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segunda-feira, 30 de junho de 2014

Como melhorar o seu vocabulário

Para construir um bom texto, expressar-se adequadamente ou mesmo ter alto poder de interpretação de texto, é essencial que tenhamos um bom vocabulário. Ter um vocabulário amplo é como ter um glossário de palavras e expressões dentro da própria cabeça. Mais do que conhecer vocábulos diferentes, é necessário saber empregá-los, saber seus sinônimos, descobrir qual se encaixa melhor na ideia que você quer passar. Mas, como ninguém nasce sabendo, o nosso vocabulário vai sendo formado ao longo da vida, e existem alguns meios de tornar o seu dicionário pessoal mais amplo e eficaz.


Ilustração: HikingArtist [CC-BY-SA-3.0], via Wikimedia Commons

Ilustração: HikingArtist [CC-BY-SA-3.0], via Wikimedia Commons




Ler muito

A leitura só traz benefícios, e com relação ao vocabulário não seria diferente. Ler é uma ótima forma de desenvolver o cérebro, acapacidade de interpretação, além de ajudar no armazenamento de informações importantes – e os vocábulos estão inclusos nessas informações importantes. O mais interessante é ler obras diferentes, veículos diferentes, para ter contato com diversos tipos de discurso e palavras. Por exemplo, ler obras clássicas nos coloca em contato com uma série de palavras que não fazem parte do nosso cotidiano – e isso nos torna capazes de compreender informações escritas das mais variadas formas.

Conversar com pessoas diferentes


A sua vivência  também pode contribuir para o enriquecimento do seu vocabulário. Relacionar-se com pessoas diferentes, com experiências e origens diferentes das suas te coloca em contato com vocábulos que não são comuns para você, e isso é enriquecedor.

Escrever bastante


Como qualquer outra atividade que exija desempenho da nossa memória, para manter o nosso vocabulário amplo em pleno funcionamento, é preciso utilizá-lo. E a melhor forma de fazer isso é escrevendo. Além de exercitar o que você já sabe, ao escrever você estimula o seu cérebro a compreender as derivações das palavras, utilizar sinônimos, além de fixar os vocábulos na memória.

Pesquisar


A pesquisa precisa ser constante. É importante saber o significado das palavras, as melhores aplicações, os sinônimos e, principalmente, a grafia correta das mesmas. Escrever corretamente é imprescindível.
Ter um bom vocabulário permite que você construa textos mais ricos, interessantes e fáceis de ler. Permite também que você seja mais eloquente, se expresse mais facilmente e consiga expor e defender seus pontos de vista. Leia, escreva, converse e pesquise, seu vocabulário agradece.

Fonte: Infoescola
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Dicionário da Pós-Graduação

Foto: Marcos Santos/USP
Em dúvida sobre algum termo da Pós-Graduação? O Pós-Graduando pública os primeiros verbetes do “Dicionário da Pós-Graduação”. Aviso importante: este artigo NÃO é recomendado para pessoas sensíveis, carentes, revoltadas, falsos-moralistas ou com sérios problemas de senso de humor.
ABNT: conjunto de normas criadas para serem solenemente ignoradas por todos os periódicos nacionais, que insistem em elaborar normas próprias.
Acochambrar: ato antiético de fazer com que aquela análise teimosa torne-se significativa estatisticamente por meios escusos.
Amor: sinônimo de tese ou dissertação.
Conclusão: o ponto onde você ficou cansado de pensar.
Confiança: aquele sentimento que você tem antes de compreender completamente a situação.
E-mail: correspondência virtual que você envia ao seu orientador na inocente esperança que ele leia.
Especialista: profissional que lhe diz uma coisa simples, de maneira confusa, de forma a fazer você pensar que a confusão é sua.
Estatística: método sistemático para se ter uma conclusão errada com 95% de confiança.
Experiência: conhecimento que permite que você reconheça um erro quando o comete novamente.
Felicidade: é ter o que fazer.
Férias: algo que você tinha no ensino médio e que agora você nem se lembra mais o que é.
Hierarquia: poder que seu orientador é obrigado a exercer para que você consiga defender dentro do prazo.
Hipótese: uma coisa que não é, mas a gente faz de conta que é, pra ver como seria se ela fosse.
Ironia: insulto fantasiado de elogio.
Laboratório: primeira casa de todo pós-graduando.
Lattes: um Orkut com complexo de superioridade e que não é bloqueado no computador da faculdade.
Lucidez: realidade causada pela falta de álcool.
Mestrado: curso que você precisa para poder prestar certos doutorados. E só.
Método: procedimento utilizado para fazer com que a ficção científica deixe de ser ficção.
Opinião: algo que a gente dá e que, às vezes, apanha.
Orientação: forma remunerada de descontar em outras pessoas seus problemas pessoais.
Paciência: virtude que permite você esperar seu orientador corrigir seu artigo sem cair na tentação de cobrá-lo.
Parente: pessoa que adora perguntar quando você vai começar a trabalhar “de verdade”.
Personalidade: aquilo que uma pessoa tem quando não está precisando do emprego.
Pesquisador: pessoa que, partindo de premissas falsas, consegue chegar a conclusões perfeitamente equivocadas.
Preguiça: hábito de descansar antes de estar cansado.
Relatório: melhor forma de perder tempo escrevendo algo que ninguém vai ler.
Sarcasmo: aquele “Boa Sorte” que alguns professores colocam no final da prova.
Senso de humor: sentimento que faz você rir daquilo que o deixaria louco de raiva se acontecesse a você.
Teimosia: orgulho de ser burro.
Vida social: esse verbete não existe no dicionário da pós-graduação.
Fonte: posgraduando.com
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50 clássicos da literatura para baixar gratuitamente


Confira a lista de importantes livros da literatura. Você pode baixar gratuitamente e ler como e quando quiser. Os links com as obras foram retirados do site Universia.
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sábado, 28 de junho de 2014

Site disponibiliza filmes infantis de graça


Um acervo online com as melhores produções exibidas na Mostra Internacional de Cinema Infantil de Florianópolis está disponível para a organização de exibições em escolas, centros culturais e cineclubes. Formar plateia infantil qualificada também é meta do projeto.
Filmes que Voam é um site dedicado à distribuição online para diversas plataformas, computadores, celulares, tablets de conteúdos audiovisuais brasileiros distribuídos pelos seguintes canais: curta, longa, documentários, institucional e canal mostra infantil. Este último, apoiado pela Fundação Telefônica Vivo, é uma seleção das melhores produções apresentadas durante a Mostra Internacional de Cinema Infantil de Florianópolis, um dos principais festivais de cinema infantil da América Latina. Produções que revelam o olhar de realizadores brasileiros para conquistar um atento e disputado público: as crianças.
Aproveite!
Fonte: canaldoensino.com.br
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Estudo mostra que a leitura é capaz de modificar o cérebro


Para leitores, o fato de que histórias podem mudar uma pessoa não é nenhuma novidade. Porém, um novo estudo indica que a leitura de um romance pode provocar mudanças reais no cérebro, que persistem por alguns dias mesmo depois que o livro acaba. Os resultados foram publicados na edição de dezembro do periódico Brain Connectivity.
Enquanto outras pesquisas nessa área começaram a utilizar a ressonância magnética para identificar as redes cerebrais associadas à leitura, principalmente enquanto as pessoas leem, o estudo de Berns e sua equipe teve como foco os efeitos naturais que permanecem no cérebro após essa atividade.
“Histórias ajudam a dar forma às nossas vidas, e às vezes ajudam a definir uma pessoa. Nós queremos entender como elas entram no nosso cérebro, e o que são capazes de fazer com ele”, conta Gregory Berns, neurocientista da Universidade de Emory, nos Estados Unidos, e principal autor do artigo.
Acompanhamento – Participaram do estudo 21 estudantes de graduação da Universidade de Emory, que se submeteram à ressonância magnética por 19 manhãs consecutivas. Os primeiros cinco dias serviram apenas para registrar a atividade normal dessas pessoas durante o repouso. Depois, durante nove dias, eles leram o romance Pompéia, escrito por Robert Harris. A história se baseia em um evento real, a erupção do Monte Vesúvio na Itália, e acompanha um protagonista que, de fora da cidade de Pompéia, percebe a fumaça ao redor do vulcão e tenta voltar para salvar sua amada.
Os participantes deveriam ler uma parte do livro à noite, e passar pela ressonância magnética na manhã seguinte. Terminado o período de leitura, os eles foram ao laboratório por mais cinco dias, para que os pesquisadores avaliassem se os efeitos da história permaneceriam.
Nas manhãs seguintes à leitura, os resultados mostraram um aumento na conectividade de uma região do cérebro associada à recepção da linguagem. “Apesar de os participantes não estarem lendo enquanto eram avaliados, eles retiveram esse aumento de conectividade”, explica Berns. Um aumento de conexões também foi identificado no sulco central do cérebro, região ligada à função motora. Os neurônios dessa região estão relacionados à criação de representações de uma sensação do corpo – o simples pensar em correr, por exemplo, pode ativar os neurônios associados ao ato físico de correr.

Sentir na pele – Para os pesquisadores, essas mudanças cerebrais provocadas pela leitura, que têm a ver com a movimentação e sensações físicas, sugerem que um romance pode, de certa forma, transportar o leitor para o corpo do protagonista. “Nós já sabíamos que boas histórias podem te colocar no lugar de outra pessoa, em um sentido figurado. Agora estamos percebendo que algo assim também ocorre biologicamente”, explica Berns.
Os pesquisadores ainda não sabem dizer até onde essas mudanças podem ir, mas elas persistiram pelo menos durante os primeiros cinco dias após a leitura, analisados neste estudo. “O fato de que detectamos esses efeitos alguns dias depois da leitura de um romance escolhido aleatoriamente por nós sugere que os romances favoritos de uma pessoa podem desencadear efeitos mais intensos e duradouros”, afirma o pesquisador.
Fonte: Veja

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Livre-se dos rancores

Foto: capitanbado.com
Guardar rancores adoece, amarga e apodrece. Guardar rancores separa grandes amores, destrói grandes amizades, seja no interior ou em grandes cidades. Guardar rancores deixa seu entusiasmo no chão. Estando você certo ou não, a única solução é o perdão, que lava a alma e devolve sua motivação e a alegria de estar bem pertinho novamente de seu companheiro, amigo ou irmão.
Guarda rancores quem já caiu na armadilha do orgulho, quem – por descuido – deixou coisas preciosas guardadas no meio do entulho, jogadas ao vento, sem pensar ao menos por um momento que mais tarde cairia no arrependimento, restando apenas para si o lamento.
Mas quem deixa o rancor de lado já está pensando fora do quadrado, numa sociedade de corações gelados, onde errado virou o certo e o certo virou errado. Por isso, não se deixe levar pelo pensamento alheio, seja forte, independentemente do meio, assumindo sua própria identidade de peito aberto e sem receio, em busca de reconstruir o que já parecia morto e perdido, trazendo para perto até quem lhe fez se sentir iludido, mesmo que tenha sido de propósito ou por um simples mal entendido.
Deixe o rancor de lado. Deixe o orgulho de lado. Saia dessa teia. Volte a respirar fundo e a sentir a doçura de uma vida livre de culpas ou acusações. Simplesmente perdoe. E faça isso o mais rápido possível.
Fonte: http://geracaodevalor.com/
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sexta-feira, 27 de junho de 2014

Os 25 melhores filmes sobre a infância

Esse doce período da vida, no cinema, nem sempre foi fácil. Jovens esbofeteados, marginalizados, largados pelos pais – às vezes com tudo ao mesmo tempo. Os filmes abaixo captam a infância como ela é: longe dos contornos belos que Hollywood tentou perpetrar em alguns clássicos, distante da eterna bondade à qual os pequeninos sempre são associados. Veja qualquer um deles e encontre um grande filme. À lista.
25) Tomboy, de Céline Sciamma
tomboy
24) Minha Vida de Cachorro, de Lasse Hallstrom
minha vida de cachorro
23) O Labirinto do Fauno, de Guillermo Del Toro
o labirinto do fauno
22) Filhos do Paraíso, de Majid Majidi
filhos do paraíso
21) O Garoto da Bicicleta, de Jean-Pierre e Luc Dardenne
o garoto da bicicleta
20) Vítimas da Tormenta, de Vittorio De Sica
vítimas da tormenta
19) Alemanha, Ano Zero, de Roberto Rossellini
alemanha ano zero
18) A Infância de Ivan, de Andrei Tarkovski
IVAN'S CHILDHOOD
17) Brinquedo Proibido, de René Clement
brinquedo proibido
16) Adeus, Meninos, de Louis Malle
adeus meninos
15) Meu Amigo Totoro, de Hayao Miyazaki
meu amigo totoro
14) O Pequeno Fugitivo, de Ray Ashley, Morris Engel e Ruth Orkin
o pequeno fugitivo
13) Cria Cuervos, de Carlos Saura
cria cuervos
12) Zero em Comportamento, de Jean Vigo
zero em comportamento
11) Onde Fica a Casa de Meu Amigo?, de Abbas Kiarostami
onde fica a casa do meu amigo
10) Infância Nua, de Maurice Pialat
infância nua
9) Corvos, de Dorota Kedzierzawska
corvos
8) Eu Nasci, Mas…, de Yasujiro Ozu
eu nasci mas
7) Os Esquecidos, de Luis Buñuel
os esquecidos
6) O Balão Vermelho, de Albert Lamorisse
o balão vermelho
5) Kes, de Ken Loach
kes
4) O Espírito da Colmeia, de Víctor Erice
o espírito da colmeia
3) Pixote, a Lei do Mais Fraco, de Hector Babenco
pixote
2) Os Incompreendidos, de François Truffaut
os incompreendidos
1) A Canção da Estrada, de Satyajit Ray


a canção da estrada
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12 sinais de que você está criando seu filho para ser escravo...


Você parou para observar o que está passando na televisão quando o seu filho a está assistindo? Ou já parou para refletir nos motivos que levaram um novo shopping a ser erguido perto da sua casa? Ou mesmo já se questionou sobre a real razão para a pré-escola dizer que está preparando o seu filho para o mercado de trabalho?
Não é novidade para ninguém que a organização da sociedade possui o formato de uma pirâmide onde os que estão na base sustentam aqueles que estão no topo. Enquanto no topo existem poucos lugares, na base existem muitos para serem ocupados, sendo natural que quem esteja em cima queira manter aqueles que estão em baixo onde estão para não perderem suas posições no topo.
Não é uma questão de maldade, mas de pura física onde dois corpos não ocupam o mesmo lugar no espaço, manifestando a lei da escassez que rege a vida da maioria das pessoas, seja aquelas que estão no topo ou na base.
Escravo é quem vai contra a sua própria natureza. (Tweet Isso)
Apesar de nascermos livres, durante a construção da nossa personalidade (da infância a fase adulta) vamos nos identificando progressivamente com essa lei e ficando cada vez mais “parados” conforme ela se torna a realidade do nosso modo de agir.
Não importa se nossa origem é uma família com muito ou pouco dinheiro. O que define se uma pessoa é escrava ou não é a maneira como ela lida com o mundo: se obedecendo a lei da escassez ou a lei da abundância.
Obedecendo a lei da escassez, nós temos medo e culpa. Medo do desconhecido (futuro, relações ou oportunidades) e culpa pelo passado (o que não foi feito, o que deu errado ou o que fizeram conosco). Agimos como vítimas e sempre estamos sofrendo por algo. Por isso precisamos atacar. Quem está em cima ataca quem está embaixo e quem está embaixo ataca quem está em cima.
Mas o que importa para o desenvolvimento pleno do ser humano e da humanidade não é que nossos filhos escalem a pirâmide social, se tornem pessoas ricas habitando o topo da pirâmide e mantenham as pessoas que estão embaixo afastadas das suas posições. O importante é que eles se libertem dessa pirâmide e das “regras naturais” contidas na sua estrutura.

Qual opção lhe parece a mais adequada?

A) Quero que meu filho seja pobre e triste. B) Quero que meu filho seja pobre e feliz. C) Quero que meu filho seja rico e triste. D) Quero que meu filho seja rico e feliz. E) Quero que meu filho seja livre e, portanto, sempre feliz.
Ser livre é agir de acordo com a sua natureza. (Tweet Isso)
Com quatro filhos, me ocupo bastante do pensamento sobre a criação, educação e escolarização das crianças, pois percebo vários problemas ocorridos nestes três aspectos ao longo da minha formação. Tive que trabalhar bastante para conseguir me libertar de algumas crenças, medos e valores que não desejo que o filho de ninguém possua e que me motivaram a vir aqui trazer à tona abaixo, alguns sinais de que nós podemos estar transformando nossos filhos em escravos ao invés de pessoas livres.

12 sinais de que você está criando seu filho para ser escravo

Você matriculou seu filho em uma escola que o prepara para o mercado de trabalho

Ou uma que vai do maternal ao vestibular. Não importa. Se o seu filho está matriculado em uma escola que o prepara para o mercado de trabalho, você está preparando o seu filho para o passado e não para o futuro, para o mundo que vai existir daqui a 20 anos quando ele sair da escola. Você está preparando seu filho para se encaixar no mundo e não para criar um mundo para ele.
“Só cria quem é livre.” (Tweet Isso)

Você leva seu filho no shopping para passear

Shopping não é para passear. Shopping é para comprar ou então se distrair para comprar ainda mais. O objetivo do shopping é vender mais e por isso é tão importante para seus proprietários agregar serviços como praças de alimentação e espaço para as crianças com brinquedos eletrônicos e pequenos parques dentro dos seus estabelecimentos. Quanto mais próximas dos shoppings as crianças estiverem, melhor retorno financeiro o shopping terá no longo prazo. O impacto deste mau hábito pode levar seu filho a sempre querer consumir para se manter feliz.
“Só uma pessoa livre decide os hábitos que tem.” (Tweet Isso)

Você permite que ele tenha mais coisas que o necessário

Presentes são as distrações do presente. Com milhares de roupas, tênis e brinquedos seu filho começa a perceber que fica feliz sempre que recebe alguma coisa nova e molda a sua cultura para isso. Desta forma, quando ele ficar triste novamente e não enxergar nada de novo à sua volta, acreditará que está com esse mau humor porque não tem nada novo para se distrair. Desde cedo eduque seu filho a compreender que ele não depende de coisas para ser mais feliz. No dia que seu filho fracassar e não tiver coisa alguma, se sentirá ainda mais infeliz por não tê-las e levará ainda mais tempo para retomar seu rumo.
“O verdadeiro poder está no coração de quem não precisa de coisas para ter poder.” (Tweet Isso)

Você acredita que ajuda seu filho quando executa tarefas simples pra ele

Dar comida na boca, amarrar o sapato, abotoar a camisa, dar banho, entre outras tarefas simples são coisas que os pais estão fazendo por mais tempo pelos seus filhos. Quando eles crescerem e estiverem adultos o mundo cobrará deles independência e disposição para realizar tarefas fora de suas zonas de conforto se eles quiserem se libertar. Tendo sido criado em uma redoma seu filho terá que lutar ainda mais para conquistar as coisas que deseja.
“Só um homem livre consegue moldar o mundo com suas próprias mãos.” (Tweet Isso)

Você ensina seu filho a valorizar as coisas pelas marcas que elas carregam

Não basta comprar um caderno, precisa ser um caderno de uma determinada marca ou com um determinado motivo daquele desenho animado ou daquele filme que ele tanto adora. Não seja tolo. Você está agindo justamente da forma que o dono da marca daquele filme quer que você aja. Que tal explicar para o seu filho que o caderno sem marca nenhuma tem a mesma utilidade que o caderno com marca e que ele pode ser até melhor em qualidade que o outro. Ensine-o a valorizar as coisas pelo real valor delas e não pela marca que a coisa carrega. O significado de sucesso não é medido pela capacidade de adquirir acessórios das marcas mais caras como se fossem badges da vida real.
“Só alguém livre consegue enxergar o seu próprio valor e o valor das coisas que o cercam.” (Tweet Isso)

Você não ensina seu filho a receber doações

Conheço pais que não admitem que seus filhos recebam uma peça de roupa ou um tênis de uma outra criança só porque aquilo que era recebido já tinha sido usado. Não existe coisa mais digna e natural do que aprender a receber. Isso, inclusive é até mais importante que aprender a dar porque para receber você precisa ser humilde e nobre. Ensine-o a receber doações e ele se tornará livre por acreditar que o mundo dá as coisas para ele ao invés de visualizar um mundo cheio de perigos e apuros onde todos só pensam em tirar-lhe as coisas.
Só alguém livre é capaz de receber com a mesma gratidão que doa. 

Você faz da alimentação por frutas e legumes algo pontual

O natural para o ser humano é comer frutas, legumes e verduras, enquanto refrigerantes, doces e outras guloseimas não é natural. Estes últimos “alimentos” é que devem ser apresentados ao seu filho como um evento pontual. Não há problema comer doces, biscoitos e bolos uma vez ou outra se o hábito da criança for comer coisas saudáveis, mas fazer da alimentação saudável algo esporádico é transformar o próprio filho em colecionador de problemas de saúde no futuro.
“Um homem livre consome apenas aquilo que for bastante e saudável.” 

Você o deixa ver televisão

Assista televisão com o seu filho durante uma hora e notará nas entrelinhas uma série de comerciais educando-o a permanecer escravo do sistema. Enquanto mulheres feministas brigam pelos seus direitos nas ruas, um comercial de um brinquedo infantil, treina meninas para o consumo vendendo uma caixa registradora que aceita cartão de crédito de brinquedo onde sua filha pode fazer compras à vontade na lojinha da amiga. Desligue a televisão e veja o seu filho libertar a imaginação com amigos imaginários, pistas de corrida feitas com caixas de papelão ou simplesmente cantando a esmo dentro de casa.
“Só alguém livre decide o que deseja experienciar.”

Você não educa seu filho com uma medicina preventiva

Medicina preventiva é alimentação somada ao conhecimento do próprio corpo. Além de receberem alimentos ruins para o corpo, os pais não incentivam seus filhos a conhecerem suas dores e seus próprios males, curando toda e qualquer perturbação com algum medicamento invasivo que inibe o sintoma, mas não acaba com o problema. O autoconhecimento começa pelo conhecimento do nosso próprio corpo.
“Só é realmente livre quem se conhece profundamente.” 

Você incentiva que seu filho tenha ídolos

Ter ídolos nos escraviza tanto quanto ter algozes. Tendo ídolos, seu filho começa a competir com outras crianças para medir se aquilo que idolatra é melhor ou pior que aquilo que os outros idolatram, seja uma personalidade, um atleta, um time de futebol, um músico, etc. Ele coloca todas as suas expectativas naquela pessoa, saindo de si para querer se tornar o outro o que normalmente termina em uma grande frustração quando ele verifica que o outro possuía as mesmas idiossincrasias que ele.
Ser livre já é o bastante para si mesmo. 

Você ensina as suas crenças para ele

Religião, trabalho, riqueza, modo de vida, enfim, você deposita no seu filho toda a sorte de crenças e medos cultivadas em você tirando a capacidade dele mesmo refletir sobre o que serve e o que não serve para ele. Você não ensina filosofia para ele e não o faz questionar e observar que talvez você e ele estejam errados a respeito das suas certezas. Que existem outras religiões diferentes da sua no mundo, assim como outros tipos de trabalho, outras formas de gerar riqueza e também outras maneiras de viver. Esclareça para o seu filho que a forma como você vive e a maneira como você pensa é a sua maneira, mas não a mais correta. Não ate-o a amarras que o deixem presos em qualquer área da vida. Leve-o a sua religião, ensine-o sobre ela, mostre a forma como você trabalha e a sua maneira de gerar riqueza. Traduza tudo isso e o seu modo de vida como apenas mais um modo de se viver, mas fortaleça-o para que ele faça a sua própria busca, deixando claro que irá lhe abraçar no caminho de volta pra casa.
“Livre é quem se liberta das suas próprias crenças.” 

Você não coloca em prática o que ensina para ele

E o principal e mais violento sinal de que você está criando o seu filho para seu escravo acontece quando você demonstra para ele que não se esforça para se libertar colocando em prática aquilo que ensina para ele.
  • Você continua indo ao shopping para passear.
  • Você continua vendo televisão.
  • Você continua torcendo para o seu time do coração com fanatismo.
  • Você cultua marcas, nomes e famosos.
  • Você se coloca como vítima da vida.
Você pode ter errado em tudo, mas não pode se dar o direito de errar em não assumir os próprios erros para acertar. Temos que ensinar esta nobreza para os nossos filhos se quisermos que eles se libertem desta pirâmide social na qual a maior parte da sociedade está inserida para viver a sua própria vida da maneira que ele acredita ser a ideal.
Entendo que alguns sinais colocados aqui afetam estruturalmente as suas crenças, mas te convido a fazer um exame em cada uma delas para verificar porque elas realmente existem em você e como elas podem estar moldando a vida que você tem hoje. Se você está preso, liberte-se e leve seus filhos juntos, pois se todos os pais fizerem isso, libertaremos o mundo.
Fonte: http://insistimento.com.br/
Autor da matéria: Marcos Rezende
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