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quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

Aprenda como ensinar a criança a amarrar sapatos


Amarrar sapatos não é uma tarefa fácil para uma criança. Para ela aprender ela precisa praticar muito. Por isso, vamos apresentar algumas dicas através de imagens que podem ajudar a criança a aprender com mais facilidade. Iremos usar modelos de papelão, EVA, caixa de sapato e etc. para que a criança possa tentar de novo e de novo para que a criança possa colocar os laços através dos furos e amarrar o nó. É muito simples de fazer. Você pode fazer junto com a criança:













Com informações: Imagens Educativas

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terça-feira, 23 de dezembro de 2014

10 dicas para a elaboração do Plano de Aula



Preparar um plano de aula eficaz requer experiência e dedicação. Seguem 10 dicas que podem auxiliar os professores a elaborarem um plano de aula de acordo com os seus objetivos.

1. Por que isso é importante?
Quando você pretende ensinar alguma coisa essa é a primeira pergunta que você deve se fazer. Você deve estar pronto para responder a essa pergunta a qualquer momento, inclusive, durante a aula.

2. Qual o meu objetivo para os estudantes? O que eles devem ser capazes de fazer ao fim deste conteúdo?
Uma boa maneira de entender se um tema é ou não fundamental é planejá-lo criando objetivos para os seus estudantes, ou seja, o que você espera que eles sejam capazes de fazer ao fim daquela discussão. Compartilhe esses objetivos com os estudantes, isso é fundamental para que vocês estejam alinhados e para que eles conheçam as habilidades mais importantes.

3. Como o tema se encaixa no currículo geral?
Para criar uma aula significativa é fundamental que você conheça todas as maneiras de encaixar o conteúdo no currículo geral do estudante. Não se apegue apenas à sua matéria, vá além e identifique como o assunto tratado na sua sala de aula pode se relacionar com outras disciplinas, isso tende a incentivar os estudantes.

4. O que os estudantes já sabem sobre isso?
Procure entender como você pode ajudar os alunos a desenvolverem o conhecimento prévio sobre o assunto a ser tratado. Antes mesmo de começar a ensinar coisas novas, procure saber o que os seus alunos já sabem sobre aquilo e, a partir daí, comece a trabalhar para incrementar esse conhecimento.

5. Como eu posso despertar o interesse dos alunos?
O início de um capítulo ou unidade é o que vai garantir que os seus estudantes mantenham ou não o interesse naquilo que você está dizendo, portanto, você precisa chamar a atenção deles logo de cara. Uma boa maneira de fazer isso é procurar conexões entre o que está sendo estudado, a cultura geral e a vida do estudante. Outra opção é criar situações nas quais eles teriam de usar o que está sendo aprendido de forma prática.

6. Como eu posso apresentar esse material?
Pense em como aquele conteúdo pode ser melhor compreendido e não se mantenha preso a métodos tradicionais por medo de inovar. É fundamental que você pense nas maneiras como apresentará o conteúdo aos seus estudantes. Vá além do que o livro oferece, procure conteúdo agregado, como vídeos e apresentações, jogos e até mesmo seminários ou representações. Dessa maneira você poderá incentivar os estudantes em áreas além do que você está ensinando.

7. O que os estudantes farão durante as aulas?
Um bom plano de aulas deve prever diversas situações, inclusive o que os seus alunos farão durante as aulas. Os estudantes serão meros ouvintes ou participarão da aula de maneira ativa? Você proporá atividades práticas ou simplesmente apresentará o panorama do que está sendo tratado. Pensar no que acontecerá dentro de sala de aula é fundamental para criar atividades adequadas.

8. Como eu posso atender as necessidades de cada estudante?
Claro que toda a sala deve receber o mesmo conteúdo, mas você não pode deixar de lado as necessidades particulares de cada um dos seus estudantes. Essa problemática também deve aparecer no seu plano de aulas, ou seja, identifique quais são as principais dificuldades dos estudantes e pense em como resolvê-las. Uma boa dica é ficar atento ao tipo de aprendizado de cada um dos seus alunos.

9. Como eu posso ligar o conteúdo e a rotina dos estudantes?
Se você quer que sua aula seja significativa e relevante, faça com que o conteúdo abordado se aplique de maneira prática na vida dos estudantes. Descubra o que interessa a eles e trate de incluir suas descobertas no plano de aulas. Não se esqueça de que apenas você fazer essas conexões não é suficiente, ofereça a oportunidade de que seus estudantes também encontrem os pontos em comum.

10. Existe alguma tecnologia capaz de melhorar essa tarefa?
A vida dos estudantes basicamente gira em torno da tecnologia, com as redes sociais, pesquisas online e até mesmo grupos de estudo via Internet. Portanto, se você quer realmente chamar a atenção deles, o melhor é fazer isso no meio onde eles mais têm prática. Descubra ferramentas capazes de engajar os estudantes em experiências de aprendizado e dessa maneira eles estarão cada vez mais interessados em praticar o que você ensina.

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quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

18 segredos que os professores nunca contam, mas que você vai adorar saber


Muita gente por aí tem, em mente, aquela imagem imaculada dos professores e acredita que eles estão sempre com livros à postos e prontos para dar alguma lição de moral em qualquer momento da vida. Acontece, no entanto, que essa é uma imagem muito romântica a respeito dos docentes (outra palavrinha que está relacionada aos professores, anote aí).
Ao contrário do que você poderia imaginar, eles comem, dormem, riem, bebem, saem e, por incrível que pareça, namoram ou são casados. Difícil de acreditar, não é? Pois acredite, seu professor de matemática ou aquela velhinha chata das aulas longas e cansativas de história não são assim tão tediosos o tempo todo!
Aliás, há muitos outros segredos sobre esses profissionais que a “inocente imaginação” das pessoas pode imaginar, sabia? Alguns deles, como você vai ver, estão na lista abaixo. 
Confira nossa seleção e descubra o que os professores nunca contam por aí, mas que você e quase todo mundo adoraria saber sobre o mundo dessa profissão:



1. Sim, eles sempre têm seus “alunos favoritos”


2. E, claro, alguns menos favoritos também


3. Eles também “cismam”, sem qualquer motivo, com a cara de alguns alunos, afinal, são seres humanos!
… Assim como os alunos dizem: não sei porque, mas não vou com a cara desse professor!
4. Eles se assustam tanto quanto os alunos quando são chamados, de repente, na diretoria



5. E eles – não todos, claro (rs) – também fofocam sobre os alunos


6. É óbvio: eles também riem das coisas idiotas que os alunos escrevem nos testes


7. Outro segredo: nem sempre eles leem os livros que recomendam em sala de aula


… coitados dos caras também, vida corrida, gente!
8. Normalmente passam filmes nos dias que estão com tanta preguiça de aula quanto os alunos (há exceções, claro!)


9. Se eles querem que uma pessoa tire nota baixa… bom, a pessoa vai tirar nota baixa


10. Eles ficam receosos quando precisam conversar com os pais dos alunos


Tem professor, por exemplo, que chega a treinar os argumentos da reunião em frente ao espelho, fazendo caras e bocas para impressionar e falar com autoridade.
11. Sabe o que mais deixa professores desconfortáveis nessa vida? Encontrar seus alunos fora do colégio!


12. A maioria dos professores são completamente surdos quando querem


13. E, às vezes, eles também precisam se esquivar de coisas erradas e porcarias que falam na sala de aula


14. Ahh, e uma coisa que você nunca deve esquecer: ele realmente têm olhos nas costas! Nunca duvide disso!


15. Ao contrário do que demonstram, eles se importam (e muito) com o que os alunos comentam sobre eles


16. Eles também adoram fazer perguntas para quem eles acham que não estudou ou que desconfiam que não tenha feito o dever de casa


17. Aliás, quando eles falam que “não deu tempo de corrigir as provas”… bom, provavelmente eles estavam por aí, descansando como você no final de semana!


18. E, finalmente: Eles também têm uma vida fora do colégio!


Fala sério, nenhum professor jamais contou coisas assim para você, não é?

Fonte: BuzzFeed
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segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Como tornar-se professor da EJA



Muitos leitores querem saber o que fazer para lecionar na EJA. Nos comentários do blog e nas redes sociais, recebi várias perguntas sobre localização das escolas que oferecem essa modalidade de ensino, requisitos burocráticos, atribuição de aulas, entre outras questões. Agrupei as principais dúvidas e tentarei respondê-las aqui. Porém, já adianto que cada rede tem suas particularidades e o ideal é informar-se diretamente na escola ou na Secretaria de Educação de seu estado ou município.
Vamos às respostas!
Em quais escolas públicas há Educação de Jovens e Adultos?
As listas de escolas públicas que oferecem EJA são consolidadas pelas redes estaduais e municipais, e muitas publicam essa informação em seus sites. No portal da Secretaria Municipal de Educação de São Paulo, por exemplo, é possível buscar instituições municipais que oferecem EJA em suas diferentes etapas.  A Secretaria da Educação do Estado de São Paulo também disponibiliza esses dados em sua página, onde dá para fazer a consulta por cidade e por nível de ensino. Essas listas, contudo, mudam de ano para ano, pois muitas escolas deixam de ofertar turmas, enquanto outras abrem novas.
Algumas redes não divulgam as escolas na internet, mas, em geral, há contatos para obter essa informação – como é o caso do Maranhão. Portanto, essas fontes oficiais são as mais seguras e atualizadas para informar-se sobre isso.
Em que escolas da rede privada há Educação de Jovens e Adultos?
Existem muitas instituições particulares que fornecem cursos para jovens e adultos, uns pagos e outros, gratuitos. Em algumas dessas escolas, os professores trabalham como voluntários e não recebem remuneração.  O educador interessado na EJA pode, ainda, atuar em turmas organizadas por ONGs, universidades, centros comunitários, associações religiosas e em iniciativas de Educação popular (como o MOVA). Essas classes, por vezes, restringem-se a algum segmento, como alfabetização, ou têm relação com ensino profissionalizante. Para saber como tornar-se professor desses cursos, só mesmo informando-se com os responsáveis por eles, já que a diversidade na organização é grande e as especificidades são muitas.
É importante lembrar que nem todas as escolas estão habilitadas a oferecer certificação (histórico escolar e diplomas de conclusão), e essa informação só pode ser obtida na própria instituição que abriga o curso. Nesses casos, os alunos concluintes podem buscar os exames certificadores nacionais, como o ENCCEJA e o ENEM. No entanto,  é possível que o fato de não ter um diploma ao final do curso desmotive os estudantes e, consequentemente,  dificulte o trabalho docente. Vale ficar atento.
É preciso ter um diploma ou formação específicos para trabalhar na EJA?
Não. Do ponto de vista burocrático, os requisitos para ensinar nessa modalidade são os mesmos exigidos pelas escolas comuns. Se você dá aulas no ensino regular, pode dar aulas na EJA!
A escolha para trabalhar na EJA é feita na inscrição do concurso ou na atribuição anual de aulas?
Em geral, essa opção é feita durante a atribuição anual de aulas. Entretanto, isso muda muito de rede para rede: há vezes em que é feita na própria escola, outros nas Diretorias Regionais ou ainda na Secretaria de Educação. Também existem os casos de aulas remanescentes, aquelas que surgem ao longo do ano letivo e que podem ser atribuídas de maneira diferente em relação ao início do ano.
Além das escolas, há os espaços educativos específicos para EJA (como os NEEJA, no Rio Grande do Sul; os CEJA, no Mato Grosso; CIEJA, na cidade de São Paulo etc.), que fazem parte das redes públicas de ensino, mas têm horários e currículos diferenciados. As vagas de trabalho para esses centros, em alguns casos, são preenchidas por concursos específicos.
Como escrevi no começo deste post, a organização dos cursos de EJA é muito variada e as particularidades mudam de escola para escola, de rede para rede. Professor, caso tenha informações específicas do seu bairro, município ou estado, por favor, poste no espaço dos comentários, a seguir. Vamos colaborar para divulgar as informações e atrair cada vez mais docentes para a Educação de Jovens e Adultos!
Caso queira aprender mais sobre o assunto, recomendamos o curso de EJA! Clique Aqui 
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sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Professor: descubra como explicar matérias difíceis de um jeito fácil



Não importa qual seja a disciplina ensinada ou a faixa etária dos alunos: é fundamental que um professor seja didático. Além de táticas como games e demais recursos tecnológicos que, de fato, auxiliam na compreensão, é preciso trabalhar táticas para fazer com que as aulas sejam compreensíveis.

Uma boa dica nesse sentido é criar um método a ser seguido em todas as aulas, para que os alunos se acostumem com essa lógica e captem novos tópicos cada vez mais facilmente. Se interessou por essa técnica? Então confira o passo a passo elaborado pela Universia Brasil e transforme suas aulas!

1 - Foque em tópicos 

Divida o assunto em pequenas partes e domine cada uma delas. Assim, ficará mais fácil explicar suas funções e particularidades para a turma.

2 - Use livros didáticos

Ter um material de apoio é muito importante, até mesmo para obter referências. Antes de escolher um livro ou apostila, compare diferentes autores para verificar se as teorias correspondem e qual texto é mais compreensível. É importante também prestar atenção se o material tem bons exemplos e se eles são claros, pois é mais fácil explicar a matéria com os exemplos já detalhados pelos autores que criar todos novos.

3 – Use a lousa como um recurso


Muitos professores não têm o costume de utilizar a lousa em suas explicações, porém, ela pode ser uma ferramenta muito efetiva. Construir diagramas, linhas do tempo ou mesmo desenhar enquanto dá aula pode ser muito eficaz para a construção do conhecimento nos alunos.

4 – Dê exemplos


É fundamental citar exemplos em suas aulas. Eles facilitam a compreensão da teoria e dão forma aos conceitos, o que simplifica o aprendizado do aluno. Assegure-se de que seus exemplos são próximos, também, a realidade dos estudantes, pois não adianta oferecer modelos que os alunos não irão entender.

5 – Peça feedbacks


Ao final da explicação, confira se a turma realmente entendeu o que foi passado, fazendo perguntas para obter feedback. Seja específico perguntando, por exemplo, qual o tema que eles mais gostaram e o que ainda têm dúvidas, para poder focar melhor na aula seguinte.

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quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Tente responder o problema de lógica que a maioria dos alunos de Harvard errou


Estudantes de Harvard possuem as maiores notas no SAT, o famoso vestibular americano. São jovens inteligentes e bons em questões de lógica, mas existe um problema que deixou a maioria na dúvida. Tente acertar:
- Um taco e uma bola de baseball custam juntos U$1.10.
- O taco custa um dólar a mais que a bola.
- Quanto custa a bola?

Resposta:

Se você pensou como os alunos de Harvard, respondeu 10 centavos. Porém, a resposta é cinco. O economista Daniel Kahneman explica o porquê da resposta: “O número que vem em sua mente é obviamente 10, uma resposta intuitiva e errada. Se a bola custasse 10 centavos, então o conjunto custaria $1.20 (10 centavos para a bola e $1.10 para o taco). A resposta aqui é 5 centavos. Podemos dizer que a resposta intuitiva também veio para aqueles que responderam 5 centavos, a diferença é que eles resistiram à intuição”, explicou ao Business Insider.

Segundo a reportagem, mais de 50% dos estudantes de Harvard, MIT e Princeton erraram essa questão. Em universidades menos prestigiadas, a quantidade de respostas erradas foi acima de 80%. O problema do taco e da bola vem com uma observação: as pessoas são autoconfiantes e muito dispostas a confiar em suas intuições, o que nem sempre é uma boa ideia.
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segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Letra feia não é só pressa ou preguiça. Pode ser disgrafia

Disgrafia: exercício mostra letra de adolescente de 14 anos (Reprodução/VEJA)

Com os cadernos de caligrafia fora de moda nas escolas, a letra ilegível deixou de ser marca registrada apenas de médicos e apressados. Atraídos pelo computadores, crianças e jovens tendem a exercitar pouco a letra cursiva - antes treinada à exaustão nas folhas milimetricamente pautadas. Assim, a hora da escrita pode virar um tormento: tanto para quem escreve quanto para quem lê. Nas crianças em idade de alfabetização, no entanto, a atenção de pais e professores deve ser redobrada. Letra feia no caderno pode não ser apenas falta de jeito com o lápis ou caneta, mas, sim, um transtorno de aprendizagem conhecido como disgrafia, que afeta a capacidade de escrever ou copiar letras, palavras e números. O centro do problema está no sistema nervoso, mais precisamente nos circuitos neurológicos responsáveis pela escrita.
“A disgrafia pura ocorre ainda durante a gestação e já nasce com a criança. Ela não é adquirida”, explica Rubens Wajnsztejn, neurologista especializado em infância e adolescência. De acordo com Marco Antônio Arruda, neurologista do Instituto Glia de Cognição e Desenvolvimento, estudos apontam que a disgrafia é mais comum em meninos e é detectada ainda na infância, depois que o processo de alfabetização é consolidado, por volta dos oito ou nove anos. “A disgrafia pode ocorrer em adultos também, mas somente quando ocorre uma lesão, como um derrame, que pode comprometer a coordenação motora de mãos e braços”, afirma o médico. “Mas, nesse caso, já não se trata mais de disgrafia pura”.
Ainda na infância, a dúvida é saber quando a letra ilegível vai além da preguiça ou pressa e deve ser tratada como transtorno. Um teste eficiente é pedir que a criança escreva algumas frases em uma folha sem linhas, conta Raquel Caruso, psicomotricista e coordenadora da Equipe de Diagnóstico e Atendimento Clínico (Edac). Se o resultado for uma escrita lenta, com letras irregulares, retocadas e fora das margens, é hora de preocupar-se. Além disso, os disgráficos têm dificuldades em organização espacial: daí, a escrita em que as palavras parecem “subir e descer o morro”.
Os sintomas da disgrafia não se referem exclusivamente à escrita. Alguns outros sinais de alerta podem ajudar os pais antes mesmo da alfabetização dos filhos. “Se você leva a criança a uma festa junina, por exemplo, observe se ela tem ritmo para acompanhar as músicas, memória para fixar os passos e atenção aos movimentos”, diz Raquel Caruso. Se observada alguma dificuldade nesse sentido, é hora de estimular a prática de exercícios físicos como correr e nadar, além de brincadeiras como amarelinha, pintura e recorte para estimular a parte motora dos pequenos. A falta dessas atividades pode comprometer o tônus muscular, piorando a já difícil situação dos disgráficos.
Rendimento escolar – É importante ressaltar que a disgrafia não compromete o desenvolvimento intelectual da criança nem é um indicador de que o Q.I. (quociente de inteligência) dela é baixo. Silvana Leporace, coordenadora do serviço de orientação educacional do Colégio Dante Alighieri, em São Paulo, reforça: “Geralmente, os disgráficos são alunos muito inteligentes. A comunicação oral deles é muito boa, mas, na hora de colocar as ideias no papel, eles têm muita dificuldade”, conta.
É esse desdobramento do problema que pode prejudizar o rendimento do aluno. Devido à dificuldade no ato motor, a criança demora mais a realizar algumas atividades, em comparação a seus colegas. É o caso de tarefas simples como copiar a lição da lousa. Outra situação típica: a professora pede que os estudantes redijam um texto, e o disgráfico, envergonhado pela a letra feia, conclui que nem vale a pena escrever. “Isso abala a autoestima da criança”, diz Sônia das Dores Rodrigues, da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Diante do obstáculo, ele deixa de aprender.
Sem o treinamento exaustivo da caligrafia, a atenção na escola deve ser redobrada. “Se o treinamento da letra cursiva existe desde cedo, é possível encontrar os disgráficos. Com a prática em desuso, os professores e pais podem confundir digrafia com preguiça”, alerta Marco Antônio Arruda. “Mas a letra feia pode ser treinada e as crianças tidas como preguiçosas têm as habilidades necessárias para escrever bem. Já as digráficas, não: elas não tem habilidade e precisam de tratamento.”
Como tratar – Assim como em outros transtornos de aprendizagem, o tratamento da disgrafia é multidisciplinar e envolve neurologistas, psicopedadogos, fonoaudiólogos e terapeutas. Medicamentos só são indicados quando existem outros transtornos envolvidos, como déficit de atenção (DDA) ou hiperatividade.
Em relação à parte motora, Raquel Caruso, do Edac, afirma que é necessária uma preparação prévia do paciente, com exercícios mais amplos, para depois chegar à escrita. “O ponto principal é trabalhar com o corpo, com exercícios como manusear a argila e massagens, e depois partir para o específico, que é a escrita e outros problemas, como o de memória”, explica. “Vemos apenas o produto final, que é a letra ilegível, mas existe muita coisa por trás disso”. O tratamento pode levar meses e até anos, variando conforme o caso. O objetivo não é atingir a letra bonita, mas, sim, legível. E dar uma forcinha para o processo de aprendizado das crianças.
Fonte: Veja
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domingo, 2 de novembro de 2014

26 filmes sobre Educação Especial






Confira abaixo alguns filmes que você educador poderá usar para vivenciar o universo dos sujeitos que apresentam necessidades educacionais especiais. Muitos desses filmes podem ser alugados ou encontrados na internet. As histórias desses personagens podem ser utilizadas como objeto de discussão não só pelos seus alunos, mas também por toda a comunidade escolar.  


SURDEZ:
No silencio do amor
Lágrimas do silêncio
Gestos de smor
Filhos do silêncio
Mr. Holland- Adorável professor
Tortura perigosa
Jonas



DEFICIÊNCIA FÍSICA:
Gabi, uma história verdadeira
Procurando Nemo (infantil)
A bela e a fera (infantil)
O corcunda de Notre-Dame (infantil)



CONDUTAS TÍPICAS:
Rain man
Oitavo dia
Nell


DEFICIÊNCIA MÚLTIPLA:
Desafio sem limites
O silêncio


DEFICIÊNCIA VISUAL:
Perfume de mulher
O milagre de Anne Sullivan
Helen Keller:o milagre continua


DEFICIÊNCIA MENTAL:
Gilbert Grape- Aprendiz de sonhador
Simplesmente amar
Sempre amigos (infantil)
Forrest Gump- O contador de histórias


ALTAS HABILIDADES:
Uma mente brilhante
Mentes que brilham
Jimmy neutron

Recomendamos o curso de Educação Especial: CLIQUE AQUI

Com informções do texto "O cotidiano na escola inclusiva"- UniCEUB Recomendo Curso de Pedagogia Hospitalar Recomendo Curso de Educação Infantil

sábado, 1 de novembro de 2014

OS 10 MELHORES POEMAS DE CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE

Pedimos a 20 convidados — escritores, críticos, jornalistas — que escolhessem os poemas mais significativos de Carlos Drummond de Andrade. Cada participante poderia indicar entre um e 10 poemas. Coincidentemente, não houve votos repetidos, o que só evidencia a grandeza e a vastidão da obra do poeta mineiro.
Desde de 2011, Carlos Drummond de Andrade ganhou o Dia D, inspirado no Bloomsday, o dia dedicado ao escritor irlandês James Joyce. A data, 31 de outubro, aniversário do poeta, é comemorada no Brasil e em Portugal.


A Máquina do Mundo 
E como eu palmilhasse vagamente
uma estrada de Minas, pedregosa,
e no fecho da tarde um sino rouco
se misturasse ao som de meus sapatos
que era pausado e seco; e aves pairassem
no céu de chumbo, e suas formas pretas
lentamente se fossem diluindo
na escuridão maior, vinda dos montes
e de meu próprio ser desenganado,
a máquina do mundo se entreabriu
para quem de a romper já se esquivava
e só de o ter pensado se carpia.
Abriu-se majestosa e circunspecta,
sem emitir um som que fosse impuro
nem um clarão maior que o tolerável
pelas pupilas gastas na inspeção
contínua e dolorosa do deserto,
e pela mente exausta de mentar
toda uma realidade que transcende
a própria imagem sua debuxada
no rosto do mistério, nos abismos.
Abriu-se em calma pura, e convidando
quantos sentidos e intuições restavam
a quem de os ter usado os já perdera
e nem desejaria recobrá-los,
se em vão e para sempre repetimos
os mesmos sem roteiro tristes périplos,
convidando-os a todos, em coorte,
a se aplicarem sobre o pasto inédito
da natureza mítica das coisas,
assim me disse, embora voz alguma
ou sopro ou eco o simples percussão
atestasse que alguém, sobre a montanha,
a outro alguém, noturno e miserável,
em colóquio se estava dirigindo:
“O que procuraste em ti ou fora de
teu ser restrito e nunca se mostrou,
mesmo afetando dar-se ou se rendendo,
e a cada instante mais se retraindo,
olha, repara, ausculta: essa riqueza
sobrante a toda pérola, essa ciência
sublime e formidável, mas hermética,
essa total explicação da vida,
esse nexo primeiro e singular,
que nem concebes mais, pois tão esquivo
se revelou ante a pesquisa ardente
em que te consumiste… vê, contempla,
abre teu peito para agasalhá-lo.”
As mais soberbas pontes e edifícios,
o que nas oficinas se elabora,
o que pensado foi e logo atinge
distância superior ao pensamento,
os recursos da terra dominados,
e as paixões e os impulsos e os tormentos
e tudo que define o ser terrestre
ou se prolonga até nos animais
e chega às plantas para se embeber
no sono rancoroso dos minérios,
dá volta ao mundo e torna a se engolfar
na estranha ordem geométrica de tudo,
e o absurdo original e seus enigmas,
suas verdades altas mais que tantos
monumentos erguidos à verdade;
e a memória dos deuses, e o solene
sentimento de morte, que floresce
no caule da existência mais gloriosa,
tudo se apresentou nesse relance
e me chamou para seu reino augusto,
afinal submetido à vista humana.
Mas, como eu relutasse em responder
a tal apelo assim maravilhoso,
pois a fé se abrandara, e mesmo o anseio,
a esperança mais mínima — esse anelo
de ver desvanecida a treva espessa
que entre os raios do sol inda se filtra;
como defuntas crenças convocadas
presto e fremente não se produzissem
a de novo tingir a neutra face
que vou pelos caminhos demonstrando,
e como se outro ser, não mais aquele
habitante de mim há tantos anos,
passasse a comandar minha vontade
que, já de si volúvel, se cerrava
semelhante a essas flores reticentes
em si mesmas abertas e fechadas;
como se um dom tardio já não fora
apetecível, antes despiciendo,
baixei os olhos, incurioso, lasso,
desdenhando colher a coisa oferta
que se abria gratuita a meu engenho.
A treva mais estrita já pousara
sobre a estrada de Minas, pedregosa,
e a máquina do mundo, repelida,
se foi miudamente recompondo,
enquanto eu, avaliando o que perdera,
seguia vagaroso, de mão pensas.


Congresso Internacional do Medo

Provisoriamente não cantaremos o amor,
que se refugiou mais abaixo dos subterrâneos.
Cantaremos o medo, que esteriliza os abraços,
não cantaremos o ódio, porque este não existe,
existe apenas o medo, nosso pai e nosso companheiro,
o medo grande dos sertões, dos mares, dos desertos,
o medo dos soldados, o medo das mães, o medo das igrejas,
cantaremos o medo dos ditadores, o medo dos democratas,
cantaremos o medo da morte e o medo de depois da morte.
Depois morreremos de medo
e sobre nossos túmulos nascerão flores amarelas e medrosas


Poema da purificação

Depois de tantos combates
o anjo bom matou o anjo mau
e jogou seu corpo no rio.
As água ficaram tintas
de um sangue que não descorava
e os peixes todos morreram.
Mas uma luz que ninguém soube
dizer de onde tinha vindo
apareceu para clarear o mundo,
e outro anjo pensou a ferida
do anjo batalhador.


Poema de Sete Faces

Quando nasci, um anjo torto
desses que vivem na sombra
disse: Vai, Carlos! ser gauche na vida.
As casas espiam os homens
que correm atrás de mulheres.
A tarde talvez fosse azul,
não houvesse tantos desejos.
O bonde passa cheio de pernas:
pernas brancas pretas amarelas.
Para que tanta perna, meu Deus, pergunta meu coração.
Porém meus olhos
não perguntam nada.
O homem atrás do bigode
é sério, simples e forte.
Quase não conversa.
Tem poucos, raros amigos
o homem atrás dos óculos e do bigode.
Meu Deus, por que me abandonaste
se sabias que eu não era Deus
se sabias que eu era fraco.
Mundo mundo vasto mundo,
se eu me chamasse Raimundo
seria uma rima, não seria uma solução.
Mundo mundo vasto mundo,
mais vasto é meu coração.
Eu não devia te dizer
mas essa lua
mas esse conhaque
botam a gente comovido como o diabo.


Tarde de Maio

Como esses primitivos que carregam por toda parte o
maxilar inferior de seus mortos,
assim te levo comigo, tarde de maio,
quando, ao rubor dos incêndios que consumiam a terra,
outra chama, não perceptível, tão mais devastadora,
surdamente lavrava sob meus traços cômicos,
e uma a uma, disjecta membra, deixava ainda palpitantes
e condenadas, no solo ardente, porções de minh’alma
nunca antes nem nunca mais aferidas em sua nobreza
sem fruto.
Mas os primitivos imploram à relíquia saúde e chuva,
colheita, fim do inimigo, não sei que portentos.
Eu nada te peço a ti, tarde de maio,
senão que continues, no tempo e fora dele, irreversível,
sinal de derrota que se vai consumindo a ponto de
converter-se em sinal de beleza no rosto de alguém
que, precisamente, volve o rosto e passa…
Outono é a estação em que ocorrem tais crises,
e em maio, tantas vezes, morremos.
Para renascer, eu sei, numa fictícia primavera,
já então espectrais sob o aveludado da casca,
trazendo na sombra a aderência das resinas fúnebres
com que nos ungiram, e nas vestes a poeira do carro
fúnebre, tarde de maio, em que desaparecemos,
sem que ninguém, o amor inclusive, pusesse reparo.
E os que o vissem não saberiam dizer: se era um préstito
lutuoso, arrastado, poeirento, ou um desfile carnavalesco.
Nem houve testemunha.
Nunca há testemunhas. Há desatentos. Curiosos, muitos.
Quem reconhece o drama, quando se precipita, sem máscara?
Se morro de amor, todos o ignoram
e negam. O próprio amor se desconhece e maltrata.
O próprio amor se esconde, ao jeito dos bichos caçados;
não está certo de ser amor, há tanto lavou a memória
das impurezas de barro e folha em que repousava. E resta,
perdida no ar, por que melhor se conserve,
uma particular tristeza, a imprimir seu selo nas nuvens.


Ausência

Por muito tempo achei que a ausência é falta.
E lastimava, ignorante, a falta.
Hoje não a lastimo.
Não há falta na ausência.
A ausência é um estar em mim.
E sinto-a, branca, tão pegada, aconchegada nos meus braços,
que rio e danço e invento exclamações alegres,
porque a ausência, essa ausência assimilada,
ninguém a rouba mais de mim.


Canção Final

Oh! se te amei, e quanto!
Mas não foi tanto assim.
Até os deuses claudicam
em nugas de aritmética.
Meço o passado com régua
de exagerar as distâncias.
Tudo tão triste, e o mais triste
é não ter tristeza alguma.
É não venerar os códigos
de acasalar e sofrer.
É viver tempo de sobra
sem que me sobre miragem.
Agora vou-me. Ou me vão?
Ou é vão ir ou não ir?
Oh! se te amei, e quanto,
quer dizer, nem tanto assim.


Para Sempre

Por que Deus permite
que as mães vão-se embora?
Mãe não tem limite,
é tempo sem hora,
luz que não apaga
quando sopra o vento
e chuva desaba,
veludo escondido
na pele enrugada,
água pura, ar puro,
puro pensamento.
Morrer acontece
com o que é breve e passa
sem deixar vestígio.
Mãe, na sua graça,
é eternidade.
Por que Deus se lembra
— mistério profundo —
de tirá-la um dia?
Fosse eu Rei do Mundo,
baixava uma lei:
Mãe não morre nunca,
mãe ficará sempre
junto de seu filho
e ele, velho embora,
será pequenino
feito grão de milho.


Quadrilha

João amava Teresa que amava Raimundo
que amava Maria que amava Joaquim que amava Lili
que não amava ninguém.
João foi para o Estados Unidos, Teresa para o
convento,
Raimundo morreu de desastre, Maria ficou para tia,
Joaquim suicidou-se e Lili casou com J. Pinto
Fernandes
que não tinha entrado na história.


No meio do caminho

No meio do caminho tinha uma pedra
tinha uma pedra no meio do caminho
tinha uma pedra
no meio do caminho tinha uma pedra.
Nunca me esquecerei desse acontecimento
na vida de minhas retinas tão fatigadas.
Nunca me esquecerei que no meio do caminho
tinha uma pedra
tinha uma pedra no meio do caminho
no meio do caminho tinha uma pedra.

Fonte: Revista Bula
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sábado, 25 de outubro de 2014

Conheça 50 ferramentas online para professores


Não é exagero afirmar que existem centenas de aplicativos educacionais espalhados pela rede, para todos os gostos e de todas as cores, por isso é difícil tentar juntá-los todos numa lista. Sem dúvida, alguns se destacam mais que outros, por sua inovação e por sua capacidade para conseguir adeptos, e eis abaixo as estrelas dessa lista baseada nas recopilações de EduArea:
1. Dropbox: Um disco rígido virtual com vários GB gratuitos e acessível desde quase qualquer dispositivo. Porém, sem dúvida, é muito mais que isso…
2. Google Drive: A evolução de Google Docs que se soma às suas múltiplas ferramentas de criação de documentos, um considerável espaço virtual gratuito.
3. CloudMagic: Uma extensão e uma app multi dispositivo para buscar informação simultaneamente no Gmail, Twitter, Facebook, Evernote e muitos outros serviços.
4. Jumpshare: Para compartilhar documentos em segundos e permitir sua visualização online, além de seu download. Ficam disponíveis na nuvem durante duas semanas.
5. Weebly: Uma ferramenta para criar sites web que se destaca por seu agradável editor visual e seu baixo custo, começando por um bem vindo plano gratuito.
6. Issuu: Também para compartilhar documentos porém principalmente aqueles cuja importância se encontra em seu conteúdo gráfico já que sua especialidade são as opções de visualização.
7. ePubBud: Um espaço para criar ebooks e publicá-los. Também serve para buscar exemplares embora para esta tarefa existam dezenas de alternativas.
8. Infogr.am: Para criar coloridas infografias interativas, com brilhantes ferramentas para ingressar e tratar dados graficamente incluindo uma mini folha de cálculo.
9. Text2MindMap: Uma ferramenta para criar mapas mentais através de um pequeno editor de texto e um quadro interativo muito fácil de usar.
10. EdCanvas: Para criar e compartilhar as lições das classes em formato digital.
11. TubeBox : para baixar vídeos do YouTube, Vimeo, DailyMotion, etc
12. ClassDojo : Para relatórios de gestão sobre o comportamento dos alunos, bastante útil para compartilhar com os pais
13. Animoto: Para muitos a melhor ferramenta para criar vídeos online a partir de material multimídia (fotos, vídeos, texto, etc.) armazenado localmente ou simplesmente usando o disponível na rede.
14. Todaysmeet: Uma rápida opção para criar salas de chat.
15. Slideshare: A melhor opção para criar e compartilhar apresentações com slides desde um canal pessoal, permitir sua visualização e um espaço para retro alimentar-se com os comentários.
16. Voki: Para criar um avatar que fala acompanhando as lições multimídia.
17. Screen Capture by Google (Google Chrome) e Screenshot (Mozilla Firefox): Extensões para tirar capturas de tela, guardá-las e/ou compartilhá-las via redes sociais. Se preferir um aplicativo de desktop Screenpresso é altamente recomendável.
18. RecordMP3: Para gravar e compartilhar áudio em mp3.
19. Diigo: A alternativa a Delicious para a gestão e captura de links.
20. Prezi: O sustituto do sonífero Microsoft PowerPoint que leva a um novo nível as apresentações graças às suas ferramentas interativas, visualizações fascinantes, elegantes estilos, um editor realmente simples, links a conteúdo online, etc.
21. Picmonkey: Um fascinante editor de imagens online, o sustituto -literalmente- de Picnik. Conta com filtros, opções para criar colagens e muito mais funções avançadas de fácil uso.
22. Loopster: Outro muito simples editor de vídeo online.
23. PlanBoard: Para planejar eficientemente as lições.
24. Scoop.it e Paper.li: Ferramentas de fixação de conteúdos web.
25. Socrative: Os laptops, tabletas e os smartphones já tomaram conta das aulas, sendo assim, é melhor tirar un mejor proveito, neste caso, com jogos, tarefas e exposições interativas entre dispositivos.
26. Join.me: Uma ferramenta para compartilhar tela e trabalhar em equipe.
27. Zamzar: Um potente conversor de arquivos em montes de formatos de documentos, imagens, vídeos, música, ebooks, etc.
28. Poll Everywhere: Criar rápidas enquetes com votações instantâneas via Twitter, SMS e mais.
29. VoiceThread: Para gravar e compartilhar todo tipo de material multimídia em forma de apresentações, com comentários em áudio e vídeo.
30. Evernote: Simplesmente uma ferramenta de notas de outro mundo. Seus variados usos para o mundo acadêmico vão desde a gestão de lições até a coleta de conteúdo multimídia na rede mediante seu capturador web.
31. TeachersPayTeachers: Intercâmbio de lições entre colegas.
32. Gnowledge: Um espaço para criar e compartilhar provas tipo teste e exercícios tanto com estudantes como com outros maestros.
33. Udemy: Para criar cursos online mediante eficientes ferramentas de gestão de conteúdos, de promoção, de assinatura e até de colaboração e até de colaboração graças a sua imensa comunidade que trascende continentes.
34. Plagiarisma.net: Uma das muitas opções online para detectar plagio nos textos.
35. Academia.edu: A mais ampla comunidade de acadêmicos que permite um fácil contato entre pares graças às suas opções para destacar interesses, áreas de interesses e localizações. Também é um bom espaço para encontrar e compartilhar papers.
36. Blogger: Para criar um blog em poucos minutos com a ajuda da fascinante plataforma de Google, o que facilita a integração de outros serviços da companhia para a gestão multimídia.
37. TED: Milhares de conferências em vídeo, sobre centenas de áreas do conhecimento, dadas por experts de nível mundial.
38. Wolfram Alpha: Todo o conhecimento mundial por trás de uma pequena caixa de busca. Uma das muitas coisas que faz é resolver todo tipo de exercícios matemáticos, se sobressaindo, inclusive, a outras brilhantes opções.
39. TinyChat: Uma sala de videochat muito agradável a qual permite o acesso através de redes sociais, até 12 pessoas compartilhando sua webcam e o resto comentando com mensagens.
40. Google+: A rede social do Google está a anos luz de distância de seus competidores no que diz respeito a integração de serviços (Drive e YouTube os melhores) e ferramentas eficientes como seus populares Hangouts. Isso só é no geral, pois os usoas acadêmicos são bastante variados.
41. Olesur: Para criar PDF’s com problemas de matemáticas, atividades de reforço e caligrafia, e mais recursos didáticos para imprimir.
42. Pinterest: Para organizar categoricamente todo tipo de material gráfico em pequenos grupos para logo compartilhá-los via redes sociais ou simplesmente mantê-los de forma privada. Um mockup especializado para a educação é Learni.st.
43. LaTeX Lab: Um editor de LaTeX online com a tecnologia dos documentos de Google.
44. Wiggio: Uma das muitas potentes ferramentas para os trabalhos em grupo, com listas de tarefas, calendário, enquetes, perfis e várias funções de interação.
45. WordPress.org: Similar ao Blogger na facilidade para a criação de blogs ou paǵinas web sobre qualquer tema, um pouco mais limitado em questão de uso de recursos porém muito mais elegante.
46. YouTube para escolas: Uma versão especial do YouTube para educadores onde se poderá dispor de centenas de vídeos acadêmicos de sites como YouTube EDU, Stanford e TED.
47. Khan Academy: Milhares de classes, de altíssima qualidade, em vídeo sobre diferentes campos do conhecimento oferecidas por maestros de todo o mundo. Qualquer um pode colaborar com o projeto.
48. Moodle: Uma plataforma livre para a criação de cursos tipo LMS, similar a BlackBoard porém, totalmente gratuita, com mais ferramentas interativas e uma ampla comunidade por trás de seu desenvolvimento e contínuo melhoramento.
49. Canvas: Também para a gestão de cursos, totalmente online (sem instalação em servidor próprio), muito mais elegante e mais fácil de utilizar.
50. Google Calendar: Para a gestão do tempo e as tarefas, embora também seja muito útil especificamente para criar calendários (por exemplo sobre horários de atenção a estudantes ou datas de exames e trabalhos) e compartilhá-los.
Aproveite para compartilhar!
Fonte: wwwhatsnew
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