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sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Jean Piaget










Frases de Jean Piaget: 


“O conhecimento não pode ser uma cópia, visto que é sempre uma relação entre objeto e sujeito” 


“Se o indivíduo é passivo intelectualmente, não conseguirá ser livre moralmente” 



Jean Piaget nasceu em Neuchâtel, Suíça, em 1896. Aos 10 anos publicou seu primeiro artigo científico, sobre um pardal albino. Desde cedo interessado em filosofia, religião e ciência, formou-se em biologia na Universidade de Neuchâtel e, aos 23 anos, mudou-se para Zurique, onde começou a trabalhar com o estudo do raciocínio da criança sob a ótica da psicologia experimental. Em 1924, publicou o primeiro de mais de 50 livros, A Linguagem e o Pensamento na Criança. Antes do fim da década de 1930, já havia ocupado cargos importantes nas principais universidades suíças, além da diretoria do Instituto Jean-Jacques Rousseau, ao lado de seu mestre, Édouard Claparède (1873-1940). Foi também nesse período que acompanhou a infância dos três filhos, uma das grandes fontes do trabalho de observação do que chamou de "ajustamento progressivo do saber". Até o fim da vida, recebeu títulos honorários de algumas das principais universidades européias e norte-americanas. Morreu em 1980 em Genebra, na Suíça. 


Jean Piaget foi o nome mais influente no campo da educação durante a segunda metade do século 20, a ponto de quase se tornar sinônimo de pedagogia. Não existe, entretanto, um método Piaget, como ele próprio gostava de frisar. Ele nunca atuou como pedagogo. Antes de mais nada, Piaget foi biólogo e dedicou a vida a submeter à observação científica rigorosa o processo de aquisição de conhecimento pelo ser humano, particularmente a criança. Do estudo das concepções infantis de tempo, espaço, causalidade física, movimento e velocidade, Piaget criou um campo de investigação que denominou epistemologia genética – isto é, uma teoria do conhecimento centrada no desenvolvimento natural da criança. Segundo ele, o pensamento infantil passa por quatro estágios, 
desde o nascimento até o início da adolescência, quando a capacidade plena de raciocínio é atingida. 
“A grande contribuição de Piaget foi estudar o raciocínio lógico-matemático, que é fundamental na escola mas não pode ser ensinado, dependendo de uma estrutura de conhecimento da criança”, diz Lino de Macedo, professor do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo. 



As descobertas de Piaget tiveram grande impacto na pedagogia, mas, de certa forma, demonstraram que a transmissão de conhecimentos é uma possibilidade limitada. Por um lado, não se pode fazer uma criança aprender o que ela ainda não tem condições de absorver. Por outro, mesmo tendo essas condições, não vai se interessar a não ser por conteúdos que lhe façam falta em termos cognitivos. 


Isso porque, para o cientista suíço, o conhecimento se dá por descobertas que a própria criança faz – um mecanismo que outros pensadores antes dele já haviam intuído, mas que ele submeteu à comprovação na prática. Vem de Piaget a idéia de que o aprendizado 
é construído pelo aluno e é sua teoria que inaugura a corrente construtivista. Educar, para Piaget, é “provocar a atividade” – isto é, estimular a procura do conhecimento. “O professor não deve pensar no que a criança é, mas no que ela pode se tornar”, diz Lino de Macedo. 

Assimilação e acomodação

Com Piaget, ficou claro que as crianças não raciocinam como os adultos e apenas gradualmente se inserem nas regras, valores e símbolos da maturidade psicológica. Essa inserção se dá mediante dois mecanismos: assimilação e acomodação. 


O primeiro consiste em incorporar objetos do mundo exterior a esquemas mentais reexistentes. Por exemplo: a criança que tem a idéia mental de uma ave como animal voador, com penas e asas, ao observar um avestruz vai tentar assimilá-lo a um esquema que não corresponde totalmente ao conhecido. Já a acomodação se refere a modificações dos sistemas de assimilação por influência do mundo externo. Assim, depois de aprender que um avestruz não voa, a criança vai adaptar seu conceito “geral” de ave para incluir as que não voam.

Ajudando o desenvolvimento do aluno

A obra de Piaget leva à conclusão de que o trabalho de educar crianças não se refere tanto à transmissão de conteúdos quanto a favorecer a atividade mental do aluno. Conhecer sua obra, portanto, pode ajudar o professor a tornar seu trabalho mais eficiente. Algumas escolas planejam as suas atividades de acordo com os estágios do desenvolvimento cognitivo. Nas classes de Educação Infantil com crianças entre 2 e 3 anos, por exemplo, não é difícil perceber que elas estão em plena descoberta da representação. Começam a brincar de ser outra pessoa, com imitação das atividades vistas em casa e dos personagens das histórias. A escola fará bem em dar vazão a isso promovendo uma ampliação do repertório de referências. Mas é importante lembrar que os modelos teóricos são sempre parciais e que, no caso de Piaget em particular, não existem receitas para a sala de aula.

Para pensar

Os críticos de Piaget costumam dizer que ele deu importância excessiva aos processos individuais e internos de aquisição do aprendizado. Os que afirmam isso em geral contrapõem a obra piagetiana à do pensador bielo-russo Lev Vygotsky (1896-1934). Para ele, como para Piaget, o aprendizado se dá por interação entre estruturas internas e contextos externos. A diferença é que, segundo 
Vygotsky, esse aprendizado depende fundamentalmente da influência 
ativa do meio social, que Piaget tendia a considerar apenas uma 
“interferência” na construção do conhecimento. “É preciso lembrar 
que Piaget queria abordar o conhecimento do ponto de vista 
de qualquer criança”, diz Lino de Macedo em defesa do cientista 
suíço. Pela sua experiência em sala de aula, que peso o meio social 
tem nos processos propriamente cognitivos das crianças? Como você pode influir nisso?



Livros que ele escreveu:
Biologia e Conhecimento, Jean Piaget, 423
págs., Ed. Vozes
Epistemologia Genética, de Jean Piaget, 124 págs.,
Ed. Martins Fontes


Via: Educar para Crescer
Texto: Márcio Ferrari

Leia também: Quem é Paulo Freire?
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quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Música nas escolas






Todas as escolas públicas e privadas do Brasil devem incluir o ensino de música em suas grades curriculares. A exigência surgiu com a lei nº 11.769, sancionada em 18 de agosto de 2008, que determina que a música deve ser conteúdo obrigatório em toda a Educação Básica. "O objetivo não é formar músicos, mas desenvolver a criatividade, a sensibilidade e a integração dos alunos", diz a professora Clélia Craveiro, conselheira da Câmara de Educação Básica do CNE (Conselho Nacional de Educação).

Nas escolas, a música não deve ser necessariamente uma disciplina exclusiva. Ela pode integrar o ensino de arte, por exemplo, como explica Clélia Craveiro: "Antigamente, música era uma disciplina. Hoje não. Ela é apenas uma das linguagens da disciplina chamada artes, que pode englobar ainda artes plásticas e cênicas. A ideia é trabalhar com uma equipe multidisciplinar e, nela, ter entre os profissionais o professor de música. Cada escola tem autonomia para decidir como incluir esse conteúdo de acordo com seu projeto político-pedagógico". Apesar de ser uma boa iniciativa, o trabalho com equipes multidisciplinares para o ensino de música não tem acontecido de forma satisfatória nas instituições de ensino. "De qualquer maneira, trabalhar de forma interdisciplinar ou multidisciplinar em escolas de educação básica é uma tarefa complicada", afirma Clélia. 

É necessário prestar atenção se o seu filho está tendo aulas de música com uma equipe adequada ou mesmo se esse tipo de aula está sendo oferecida na escola dele, como diz a lei. De acordo com a Lei de Diretrizes e Bases de 1996, só estão autorizados a lecionar na educação básica os professores com formação em nível superior, ou seja, profissionais que tenham cursado a licenciatura em Universidades e Institutos Superiores de Educação na área em que irão atuar. No entanto, há uma enorme carência de profissionais com formação superior em Música capacitados para lecionar. 








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sábado, 23 de novembro de 2013

Atividades Natalinas









Na época do natal, nada mais sugestivo do que confeccionar enfeites com os próprios alunos, numa aula divertida e de muita concentração e prazer. Além disso, estes podem ser feitos para presentear seus pais, avós, tios e padrinhos.
As crianças ficam fascinadas em pôr a mão na massa, em trabalhar de forma criativa, além de se sentirem valorizadas ao ver que seus trabalhos artísticos estão enfeitando sua própria casa e de seus familiares.
Existem vários artigos que podem ser feitos com as crianças:
- varal de natal: meça um barbante e corte no tamanho desejado, confeccione com as crianças mini-enfeites, como estrelas, bolas, guirlandas, anjos, papai Noel, presentinhos, laços, etc., para serem pendurados no mesmo; 

Enfeites para serem pendurados no varal natalino
- árvore de natal: para fugir do pinheiro tradicional, a professora pode propor um modelo montado com retalhos de papel, bem coloridos, onde as crianças confeccionam laços com estes. A partir dos laços prontos, estes deverão ser colados numa base de cartolina, no formato da árvore natalina e depois enfeitada com estrelinhas, bolas, pinhões e outros apetrechos da época;
- contagem regressiva: com tiras de papel carmem nas cores verde e vermelha, confeccione uma corrente onde em cada aro apareça escrito o número do dia, até chegar em 24. Ao iniciar a aula a professora fará a contagem com as crianças, eliminando o elo correspondente ao dia. Assim, as crianças terão noção de quanto tempo ainda falta para chegar o dia do natal, diminuindo a ansiedade;
- guirlanda ou sino: com uma base de papelão no formato desejado, oriente a criança a colar macarrões em formato de laço, com bastante cola branca até preencher toda a base. Depois de seco bater spray de tinta dourada ou prateada e dar o acabamento com um laço de fita nas cores do natal. 

Decoupage em latas – forma de reciclar e presentear
- lata enfeitada: com uma lata de leite em pó ou achocolatado as crianças farão um lindo trabalho que servirá para guardar biscoitos, bijuterias, linhas e botões, além de outros pequenos objetos. Os enfeites da mesma poderão ser feitos com papéis coloridos, nas cores natalinas, como bolas, laços, bengalas, renas, papai Noel, boneco de neve, etc.
Outra proposta é trabalhar conceitos matemáticos numa deliciosa aula de culinária com os pequenos, como peso, quantidade, medidas, cores, consistência, dentre outros. Nessa aula pode-se fazer uma receita de mini-panetone, cookies, bonecos de neve (com bolinhas de leite ninho) ou pão de mel. Além de prepararem os alimentos as crianças poderão saboreá-los e levá-los para presentear seus pais.
 
Cartões artesanais – uma forma divertida de presentear
Na época do mundo virtual outra proposta interessante é ensinar os pequenos a confeccionar cartões natalinos. Sempre nas cores correspondentes ao natal, estes poderão enfeitá-los conforme seu gosto, escreverem uma mensagem ou desenharem, além de ter o prazer de colocá-los no correio.



Por Jussara de Barros
Graduada em Pedagogia
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Estude Pedagogia







PRINCIPAIS FUNÇÕES DE UM PEDAGOGO:
- ADMINISTRAÇÃO ESCOLAR: gerencia e supervisiona o sistema de ensino cabendo a ele elaborar as políticas educacionais dentro de um contexto sócio-político-cultural, visando condições adequadas (materiais e ambientais) para a formação dos alunos.
- SUPERVISÃO ESCOLAR: assiste o corpo docente, visando aperfeiçoar o desempenho deste na utilização dos recursos didáticos, na metodologia de transmissão do conteúdo, e por fim, propõe o tipo de avaliação que proporcione resultados mais significativos ao desenvolvimento dos educandos.
- ORIENTADOR EDUCACIONAL: Participa da elaboração do Projeto Político-Pedagógico da Unidade Escolar, com base nas diretrizes educacionais e do planejamento escolar, com ênfase no processo ensino-aprendizagem. Promover a integração entre o corpo docente e o discente, buscando harmonizar o ambiente escolar.
EMPRESARIAL: A pedagogia empresarial tem função de integrar o pedagogo nas áreas de consultoria em RH, implantação de projetos e cursos, treinamentos, dentre outras habilidades.
HOSPITALAR: estimular o crescimento intelectivo e sócio-interativo, além de favorecer a continuidade de aprendizagens escolares e a reintegração dos pacientes à escola de origem ,mesmo estando doente eles continuam se desenvolvendo.
- Magistério das disciplinas pedagógicas: de nível médio (Primeira habilitação – comum e obrigatória a todos os alunos para conclusão do curso);
PRINCIPAIS ATIVIDADES:
(a)   a elaboração e o acompanhamento de estudos, planos, programas e projetos da área de educação, ainda que não escolares;
(b)   gestão educacional nas escolas e nas empresas de qualquer setor econômico;
(c)   a administração, o planejamento, a inspeção, a supervisão e a orientação educacional nas escolas;
(d)   o recrutamento, a seleção e a elaboração de programas de treinamento e projetos técnico-educacionais em instituições de diversas naturezas.
CAMPO DE TRABALHO: Escolas publicas e privadas, empresas, ONG´s e hospitais.
TITULAÇÃO: Pedagogo



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domingo, 17 de novembro de 2013

Música na Educação Infantil













música quando utilizada na educação infantil  serve de ferramenta incentivadora da criatividade nas crianças, e um fator de desinibição numa convivência coletiva. É muito eficaz no período pré-escolar.
Desde a gestação, as crianças antes de nascerem já possuem uma relação com os sons da voz materna, fase em que se forma a memória sonora nas crianças. Essa memória fetal é responsável por preparar o vínculo entre mãe e filho depois do corte do cordão umbilical. Depois do nascimento, as músicas que acalentam e embalam o sono do bebê fortalecem a memória sonora nos pequenos e a relação com a mãe.
Já no período pré-escolar, na creche e nas escolinhas, as canções de ninar ajudam a aproximar as crianças do educador. As brincadeiras com palmas, rodas e cirandas ajudam no desenvolvimento da percepção e atenção da criança desde cedo.
O ambiente escolar para a criança deve estar repleto de repertórios musicais, principalmente com os sons da natureza e a relação de entendimento entre o barulho e o silêncio, elementos diferenciadores no entendimento de uma música verdadeira.
Dentre os estilos de músicas empregados na educação infantil, podemos citar:
  • Músicas para aconchego: São as canções de ninar cantadas pelos pais, ajudam a estreitar a relação familiar e podem ser utilizadas nas creches;
  • Cantigas de roda: As brincadeiras realizadas com músicas de roda auxiliam no desenvolvimento de movimentos, na oralidade e na iniciação musical escolar;
  • Ritmos africanos: Incentiva as crianças a tocar instrumentos e a dançar ao som de ritmos africanos, ajuda na identificação do som com a expressão artística cultural;
É necessário sempre diversificar os repertório pré-escolar, as crianças gostam de ter contato com diferente estilos musicais. As danças e rodopios é um bom exercício físico e ajuda no desenvolvimento da fala.
A música na Educação Infantil deve ser uma importante fonte de estímulos, equilíbrio e momento feliz para a criança. Cada momento musical deve incentivar ações, comportamento motores e gestuais. Entendemos a musicalidade como uma tendência que leva o ser humano para a música, quanto maior a musicalidade e mais cedo a mesma é incentivada no indivíduo, mais rápido será seu desenvolvimento.

Via: InfoEscola

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sábado, 16 de novembro de 2013

Quem é Paulo Freire?







Paulo Reglus Neves Freire nasceu em 19 de setembro de 1921 em Recife, PE. Apesar de pertencer a uma família de classe média, Freire vivenciou a pobreza e a fome na infância durante a depressão de 1929. Uma experiência que o levou a se preocupar com os mais pobres e o inspirou a construir seu revolucionário método de ensino.
Uma das motivações para a sua elaboração pedagógica partiu de seus estudos sobre a linguagem do povo. Paulo Freire participou do Movimento de Cultura Popular (MCP) do Recife e do Serviço de Extensão Cultural da Universidade do Recife, sendo, inclusive, um dos seus fundadores e primeiro diretor. Destaca-se, principalmente, o trabalho realizado em Angicos, no Rio Grande do Norte, em 1962, onde começaram as primeiras experiências de alfabetização – o Método Paulo Freire. Em 1963, foi chamado à Brasília para coordenar, no MEC, a criação do Programa Nacional de Educação.
Por seu empenho em ensinar os mais pobres, Paulo Freire tornou-se uma inspiração para gerações de professores, especialmente na América Latina e na áfrica. Mas, em 1964, o golpe militar reprimiu todos os trabalhos de mobilização popular. Paulo Freire foi acusado de subverter a ordem ao utilizar suas campanhas de alfabetização, sendo preso e exilado por mais de 15 anos.
Em 1980, voltou ao Brasil e assumiu cargos de docência na PUC – SP e na Unicamp e, entre 1989 e 1991, trabalhou como secretário da Educação da Prefeitura de São Paulo.
É autor de uma vasta obra traduzida em várias línguas. Dentre os livros mais conhecidos estão a Educação como Prática da Liberdade e a Pedagogia do Oprimido.
O educador apresentou uma síntese inovadora das mais importantes correntes do pensamento filosófico de sua época, como o existencialismo cristão, a fenomenologia, a dialética hegeliana e o materialismo histórico. Essa visão, aliada ao seu talento como escritor, ajudou-o a conquistar um amplo público de pedagogos, cientistas sociais, teólogos e militantes políticos.
Paulo Freire morreu em 02 de maio de 1997, em São Paulo, SP. Em 13 de abril de, 2012 por meio da Lei nº 12.612 foi declarado Patrono da Educação Brasileira pela Presidenta Dilma Rousseff.

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Dia-a-dia do seu filho








Recomendações que podem melhorar a relação ensino-aprendizagem e garantir o sucesso de seu filho na escola


Cultive o hábito da leitura em sua casa.

* Ajude seu filho a conservar o livro didático. O material servirá para outros alunos futuramente.

* Acompanhe a frequência da criança ou do adolescente às aulas e sua participação nas atividades escolares.


Visite a escola de seus filhos sempre que puder.

Observe se as crianças ou adolescentes estão felizes e cuidadas no recreio, na hora da entrada e da saída.

Verifique a limpeza e a conservação das salas e demais dependências da escola.

Observe a qualidade da merenda escolar.

Converse com outras mães, pais ou responsáveis sobre o que vocês observam na escola.

Converse com os professores sobre dificuldades e habilidades do seu filho.

Peça orientação aos professores e diretores, caso perceba alguma dificuldade no desempenho de seu filho. Procure saber o que fazer para ajudar.

Leia bilhetes e avisos que a escola mandar e responda quando necessário.

Acompanhe as lições de casa.

Participe das atividades escolares e compareça às reuniões da escola. Dê sua opinião.

Participe do Conselho Escolar.


Via: MEC Recomendo Curso de Pedagogia Hospitalar Recomendo Curso de Educação Infantil

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Atuação do Pedagogo

   







    A formação em Pedagogia passou por várias mudanças nos últimos vinte anos. Até três ou quatro anos atrás os cursos que formavam pedagogos tinham que definir "habilitações", que definiam áreas específicas de atuação. Quem desejava lecionar no ensino fundamental I - primeira à quarta série -, por exemplo, podia fazê-lo a partir do curso "normal" (de ensino médio, também denominado à época de “magistério”). Após a promulgação da Lei de Diretrizes e Bases da Educação de 1996, foi estabelecida a exigência de formação em pedagogia para tal, com prazo de dez anos para adequação à lei. Ou seja, hoje todo professor de ensino fundamental I deve ser pedagogo.

   Entenda, portanto, que as profissões passam por mudanças ao longo da história, o que poderá ocorrer também no futuro. Isto indica o rumo de nossa resposta.

   A necessidade de formação de educadores é grande em nosso país. Nossa população é predominantemente jovem, e precisa de quem a conduza ao mundo mais amplo dos adultos. A instituição escolar tem papel decisivo para tal, o que determina exigências sociais quanto à formação de educadores.       
   Na década de 1990 o governo federal liberou a abertura de inúmeros cursos de nível superior e entre eles os cursos de Pedagogia lideraram o número de vagas abertas. Em outros termos, há um grande campo de trabalho – necessidade social de educadores – mas o mercado de trabalho – vagas disponíveis e valorização salarial – não cresceu na mesma proporção. 
  
   Sintetizando: hoje o campo de trabalho á amplo, mas o mercado apresenta dificuldades em função do número de pessoas que desejam ingressar nele. Em termos de opções, o pedagogo pode atuar como professor na educação infantil (pré-escola), na educação fundamental I (professor do primeiro ao quinto ano), como coordenador ou supervisor de ensino, como orientador educacional, dirigindo suas ações ao acompanhamento do desenvolvimento dos alunos, e como diretor escolar. Para cada função, o mercado exige experiência e qualificações que vão além da formação básica que a graduação oferece (competências desenvolvidas pela prática, cursos de extensão, pós-graduação).
  
    Por fim, outras opções podem ser encontradas em organizações não vinculadas ao sistema oficial de ensino, como as ONGs (Organizações não governamentais), hospitais (na área denominada pedagogia hospitalar) ou em empresas (na área de treinamento e desenvolvimento profissional) passando pela educação à distância.

Adaptado 
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sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Prefeitura de SP lança projeto que cria três ciclos no ensino fundamental

Publicado no G1 no dia 15/08/2013
A Prefeitura de São Paulo anuncia nesta quinta-feira (15) uma proposta de reforma do sistema educacional. Voltada a todos os níveis de ensino, o programa inclui mudanças como a divisão do ensino fundamental em três ciclos, em vez dos dois atuais, e a retomada da obrigatoriedade da lição de casa, boletins e provas bimestrais, entre outros.
Além disso, propõe a possibilidade de repetência em cinco estágios do ensino básico e cria um sistema de dependência (popularmente conhecido como "ficar de DP"), quando o aluno é reprovado em algumas disciplinas, mas passa de ano e, na série seguinte, tem que cursar aulas de recuperação específicas.
O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), afirmou que decidiu reduzir os níveis onde havia aprovação automática por acreditar que opor os conceitos de repetência e aprovação automática é uma "armadilha". Segundo a proposta do governo, os alunos poderão ser retidos no 3º e no 6º ano, quando se encerram os dois primeiros ciclos, e nos três últimos anos do fundamental, durante o terceiro ciclo.
Veja os principais pontos do "Mais Educação São Paulo":O projeto será lançado oficialmente às 10h pelo secretário municipal de Educação, César Callegari. Após o lançamento, a população paulistana terá até 15 de setembro para enviar comentários sobre os itens sugeridos pelo site www.maiseducacaosaopaulo.com.br. Segundo Callegari, a intenção da Prefeitura é que o ano letivo de 2014 já comece dentro da nova formatação para todos os cerca de 940 mil alunos, 84 mil professores e 2.722 escolas da rede.
  •  
NÍVEL
COMO É HOJE EM SP
PROPOSTA DA PREFEITURA
Ensino fundamental

1) Estrutura:
Dividido em fundamental I (do 1º ao 5º ano) e fundamental II (do 6º ao 9º ano)
1) Estrutura: 
Dividir o fundamental em 3 ciclos:
- alfabetização (do 1º ao 3º ano)
- interdisciplinar (do 4º ao 6º ano)
- autoral (do 7º ao 9º ano)
2) Grade curricular: 
Até o 5º ano, alunos têm apenas um professor (generalista); a partir do 6º, passam a ter aula com vários professores (especialistas)
2) Grade curricular:
- Entre o 4º e o 6º ano, fazer uma transição gradual do modelo de generalistas para o de especialistas, com ênfase em projetos interdisciplinares
- No ciclo autoral, os alunos deverão fazer um Trabalho de Conclusão de Ciclo (TCC), obrigatório para terminar o 9º ano
3) Avaliação: 
As escolas têm autonomia para decidir se enviam lição de casa e boletim escolar para os pais, e se aplicam provas bimestrais; há reforço durante o ano letivo
3) Avaliação:
Tornar obrigatórios:
- prova bimestral, lição de casa e boletim
- reforço durante o ano letivo e nas férias
- notas de zero a dez a partir do 2º ciclo
Opção de deixar o aluno de dependência (para o ciclo autoral);
Atrelar o desempenho no Ideb ao Prêmio de Desenvolvimento Educacional
4) Educação Integral: 
Meta de ter 100 mil alunos inscritos no Mais Educação do MEC até 2016
4) Educação Integral:
Em 2013, 236 escolas com 70 mil já se candidataram
5) Vagas: 
Hoje 23 escolas ainda funcionam em três turnos, conhecido como 'turno da fome'
5) Vagas:
- Acabar com o turno da fome construindo 38 escolas com 63.293 vagas
- Construir 20 CEUs, pelo menos metade deles aproveitando as estruturas de Clubes Escola
Educação infantil
1) Vagas:
A fila de espera nas creches é de 127 mil crianças; Na pré-escola, nova lei do MEC exige que todas as crianças a partir de 4 anos estejam na escola
1) Vagas:
- Construir 253 creches com 52.998 vagas
- Construir 66 pré-escolas com 35.530 vagas
2) Currículo: Hoje não há um currículo único na educação infantil
2) Currículo:
Criar um currículo integrado para a educação infantil
3) Avaliação:
Hoje não há um sistema de avaliação da qualidade da pré-escola
3) Avaliação:
Usar indicadores do MEC e da Secretaria Municipal de Educação para criar um sistema de avaliação específico para este nível de ensino
Ensino médio
1) Currículo: 
Hoje há oito escolas municipais que oferecem o ensino médio com currículo regular
1) Currículo:
- Articular o currículo dessas escolas com parceria com o Instituto Federal de São Paulo (IFSP)
- Dar ênfase no currículo às tecnologias de informação e comunicação
Ensino de Jovens e Adultos (EJA)
1) Currículo:
O sistema de ensino é focado nas aulas do currículo regular
1) Currículo:
- Firmar parcerias com o Senai e o Senac para aproximar os alunos do EJA a cursos técnicos e profissionalizantes
2) Avaliação:
Atualmente não existe um sistema único de avaliação dos alunos do EJA
2) Avaliação:
- Criar sistema para avaliar a qualidade do EJA
Professores
1) Formação: 
Professores podem definir em que área fazer cursos de especialização e pós-graduação; formação continuada soma pontos na progressão da carreira
1) Formação:
Credenciar 31 pólos da Universidade Aberta do Brasil (UAB) nos CEUs para oferecer formação semi-presencial a professores da rede com temas vinculados às necessidades do sistema, entre elas as técnicas de didática
2) Carga horária:
Atualmente, os professores já têm uma carga horária definida no currículo e na grade horária existentes
2) Carga horária:
- Não alterar as jornadas dos professores durante a implantação do novo formato de grade curricular
- Aproveitar o horário livre dos professores substitutos
Fonte: Prefeitura de São Paulo
Ideias velhas e novas
Em conversa com jornalistas na quarta-feira (14), Haddad afirmou que, desde a campanha eleitoral e o início de sua gestão, sua equipe de governo analisou a realidade das escolas municipais e o diagnóstico para todos os níveis de ensino apontava a pouca "exposição" que os moradores de São Paulo têm à educação.

Ele diz que o governo adotou "ideias velhas e boas e ideias novas e boas" para encontrar soluções ao problema. "É um resgate de uma escola que está presente na memória de muita gente, e que passou por um suposto processo de modernização que deixou muita coisa de fora que era importante", explicou Haddad.
Segundo o secretário César Callegari, o objetivo da proposta é transformar a rede municipal e integrá-la a outras iniciativas, além de tornar as escolas "mais autônomas, mais fortes e mais responsáveis". Ele afirmou que a proposta inclui maior repasse às escolas e apoio da prefeitura à preparação dos professores para as mudanças na grade horária e no currículo. Uma das medidas é abrir o banco de questões das avaliações municipais para que os professores possam elaborar provas, e criar um sistema informatizado para os pais e alunos acessarem os boletins escolares.
A assessoria de imprensa da secretaria afirmou que todos os comentários enviados por meio do site serão privados. Após o período de consulta, Callegari explicou que o governo municipal precisará produzir decretos e outros atos administrativos, incluindo a alteração do regimento comum das escolas, para que as mudanças saiam do papel a partir de 2014.
Via: G1
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