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quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Matemática no dia a dia para crianças com Down

Reprodução do site National Down Syndrome Congress 


Por Dana Halle*
Tradução: Patricia Almeida



Muitos pais acreditam que a matemática consiste apenas em números e contas. No entanto, a matemática básica engloba muito mais coisas, como tamanhos, formas, cores, medidas, tempo, espaço e dinheiro. Estes são os princípios necessários para usar os números e ajudar as crianças a processar, organizar e discutir a base matemática.
Desde muito cedo as crianças seguem rotinas, jogam e fazem escolhas que têm a ver com a matemática. Para crianças mais novas, a matemática pode consistir em “mais brócolis ou nada de biscoito”. A linguagem matemática é usada para descrever uma bola redonda ou uma borboleta amarela. Matemática pode ser “mais cinco minutos”, o filme de ontem ou a festa de aniversário de amanhã. Matemática é também contar os gols de uma partida de futebol, ajudar a cozinhar, separar a roupa para lavar, fazer compras ou escolher uma roupa que “combine”.
À medida que nossos filhos crescem, a capacidade para a matemática se relaciona mais diretamente com a vida prática. Matemática passa a ser acordar a tempo de ir à escola, ter em conta as datas para entregar as tarefas e levar dinheiro o suficiente para comprar pipoca no cinema. A matemática é importante porque os conceitos matemáticos ajudam nossos filhos a compreender o seu mundo, além de prepará-los para uma maior independência.
Embora ainda não tenham sido feitas muitas pesquisas sobre as habilidades matemáticas de crianças com síndrome de Down (SD) como em outras áreas (a exemplo das habilidades de leitura e escrita), apresentamos dados que sugerem que a introdução precoce de matemática na educação de crianças com SD poderia melhorar a capacidade delas de entender conceitos matemáticos no futuro.

A prática sugere que:
– Crianças com síndrome de Down são capazes de aprender os primeiros passos para se contar, como as outras crianças, mas a um ritmo mais lento;
– O ensino é mais eficaz se as atividades de matemática são divididas em pequenos passos, com mais repetições e explorando materiais mais visuais e concretos;
– Os pais devem expor a criança à linguagem matemática desde pequena e usá-la muitas vezes;
– Os pais podem ajudar a compensar as dificuldades. Por exemplo: podem optar por ter objetos maiores quando são utilizados materiais manipuláveis; oferecer suporte para as dificuldades de escrita e apresentar alternativas (computadores, adesivos, cartões com números); oferecer recursos visuais (linhas numéricas, tabelas de horários, calendários);
– O rendimento do aluno na Matemática varia muito entre as crianças com SD;
– Programas de matemática multissensoriais, como o Numicon*, são eficazes para a educação porque oferecem imagens concretas de números;
– Às vezes, as crianças com SD têm dificuldade em generalizar conhecimento matemático – quando o conhecimento adquirido em um determinado contexto ou usado de uma certa forma pode não ser transferível para outros contextos ou usos. Dessa maneira, os pais devem ajudar os filhos a entender como aplicar as habilidades matemáticas em situações cotidianas, para que a matemática tenha sentido.
Assim como no ensino precoce da leitura e escrita, os pais podem desempenhar um papel importante na introdução e reforço dos conceitos matemáticos. Alguns pais evitam o ensino da matemática por medo, porque acham muito complexo ou porque não têm certeza sobre por onde começar. Ponha de lado as más recordações que você tem da geometria do ensino médio e descubra como é fácil e divertido estudar matemática em casa com o seu filho!
Por onde começar?
Como sempre, deve-se levar em conta a idade e o conhecimento prévio de seu filho.
As atividades devem ser apropriadas para a idade e o interesse da criança. Pais terão melhores resultados se adequarem os exercícios à idade do filho. Se conseguir que seu filho de três anos fique parado alguns minutos, tente fazer jogos de matemática usando livros, música, brinquedos, alimentos ou objetos que capturem a atenção dele. Aponte para as cores ou formas em um livro. Cante uma canção de contar. Diferencie brinquedos “grandes” de “pequenos” ou conte e classifique blocos de construção, como Lego.
Da mesma forma, à medida que aumenta a capacidade de concentração, trabalhe com seu filho de quatro ou cinco anos em uma mesa ou escrivaninha para que ele se acostume ao ambiente de aprendizagem do jardim de infância. As crianças nem percebem que estão “trabalhando” se forem expostas a atividades de matemática durante a hora do lanche ou imediatamente após uma refeição – pode fazer um desenho com uvas e biscoitinhos pequenos, por exemplo.
Uma vez que as crianças começam a frequentar a escola primária e se acostumam à educação estruturada, os pais podem intercalar as atividades de casa com jogos. Assim incentivam os filhos a fazerem as lições de casa: “depois de concluir seu dever, vamos usar frações para assar uma pizza”, ou “quando terminar a tarefas, vamos jogar um jogo de tabuleiro?”.
Adapte as atividades ao grau de conhecimento de seu filho. Ensinar em casa lhe permite apoiar a aprendizagem considerando o nível exato de conhecimento matemático de seu filho. Se a criança ainda não teve contato com a matemática, tome a iniciativa de introduzir a matéria. Use uma linguagem matemática simples, nomeie as cores e as formas, cante canções de contar ou faça atividades usando contas simples. Uma criança com certo grau de conhecimento de matemática poderia começar a trabalhar em casa classificando objetos por cor ou forma, contando até cinco ou dez com ajuda e identificando os números.
Uma vez que as crianças comecem a frequentar a escola, o apoio da matemática em casa torna-se mais estruturado – e de certa forma mais fácil. Conheça os professores e verifique o currículo escolar de matemática para saber os assuntos estão sendo ensinados em sala de aula e reforçar as lições em casa. Os pais podem também fazer uma introdução básica sobre tópicos que serão discutidos na aula antes da professora dar a matéria.
Os pais que trabalham em casa com alunos iniciantes podem concentrar-se em:
Noções pré-numéricas:
1) Classificar: por similaridade agrupar objetos – cor, forma, tipo, tamanho;
2) Ordenar: identificar as diferenças entre os diferentes elementos;
3) Copiar modelos: repetir formas ou números;
Os primeiros conceitos numéricos:
1) Contar de memória: a criança aprende os nomes dos números na ordem correta – um, dois, três, etc.;
2) Contar com sentido: contar objetos na forma tradicional;
3) Reconhecer símbolos numéricos: saber que a palavra “cinco” é o mesmo que “5”;
Os pais que trabalham em casa com estudantes mais experientes podem abordar:
1) Contar saltando números: contar de 2 em 2, 5 em 5 ou 10 em 10;
2) Operações: adição, subtração, multiplicação;
3) Hora;
4) Dinheiro;
5) Frações;
6) Medidas.
As atividades devem fazer que a matemática tenha sentido. Como mãe ou pai, você tem algo que os professores não têm: os recursos e a flexibilidade para criar oportunidades para o ensino da matemática e localizá-la em um determinado contexto. Ao ensinar conceitos de dinheiro, vá a uma loja e compre alguma coisa. Ensine frações cortando uma pizza em metades, quartos, sextos e oitavos antes de comer. Em casa, separar a roupa para lavar ou esvaziar a lava-louça viram atividades matemáticas. A matemática faz mais sentido em simples atividades diárias.
A matemática está presente todos os dias, em todos os lugares. Trabalhar sobre conceitos de matemática em casa abre o caminho para um desempenho escolar em matemática bem sucedido e para alcançar independência na vida. Boa sorte e esperamos que você aproveite esta oportunidade para fortalecer o vínculo com seu filho através da matemática!
*Dana Halle, Doutora em Direito, mãe de Nick, um menino de 12 anos com síndrome de Down; diretora-executiva da Fundação Síndrome de Down de Orange County e criadora de The Learning Program ™ [“programa de aprendizagem “] , um nível educacional reconhecido nacionalmente que oferece suporte baseado em evidências para crianças, pais e professores do programa. Além disso, Halle é vice-presidente de Educação para a Síndrome de Down EUA, uma organização sem fins lucrativos associada à Educação para a Síndrome de Down Internacional (DownsEd), líder mundial reconhecida em pesquisas científicas sobre a organização intervenção educação e desenvolvimento cognitivo precoce em crianças com SD.

Referências:
[1] Bird, Gillian e Buckley, Sue, Número de Desenvolvimento de Competências para bebês com síndrome de Down (0-5) (Down Syndrome Education Intl 2001). Pode ser baixado gratuitamente no http://www.down-syndrome.org/information/number/early/.
[1] Bird, Gillian e Buckley, Sue, Número Competências para Indivíduos Síndrome de Down – Uma Visão Geral (Down Syndrome Education Intl 2001). Pode ser baixado gratuitamente no http://www.down-syndrome.org/information/number/overview/.
[1] Numicon é um programa multisensorial que fornece suporte para a aprendizagem de conceitos matemáticos. Acesse aqui.

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Entenda por que o letramento precoce pode ser prejudicial

Imagem: Internet

O letramento precoce é um assunto permeado por controvérsias. Enquanto algumas instituições de ensino apostam em atividades ligadas à leitura e à escrita, outras defendem a ideia de que é preciso preparar a criança antes de abordar esse tipo de assunto.
Introduzida pelo filósofo e educador austríaco Rudolf Steiner (1861-1925) em 1919, a pedagogia Waldorf defende que os pequenos (com até 7 anos de idade) tenham apenas uma responsabilidade na escola: brincar. Ao participar de jogos e atividades lúdicas, meninos e meninas desenvolvem diversas habilidades, entre físicas e motoras, além de um estímulo essencial para a vida: a confiança. Segundo a teoria, nessa fase o aluno tende a gastar muita energia e se prepara fisicamente – isso é fundamental para o seu desenvolvimento neurológico e sensorial. Tais capacidades refletem em domínio corporal, linguagem oral e, principalmente, contribuem para a inteligência da criança.
Em poucas palavras: na educação infantil, aprimorar essas características é mais importante do que aprender a ler o próprio nome. “Eliminar atividades que favorecem a criatividade e o pensamento pode ter consequências graves. Infelizmente, muitas dessas práticas estão sendo substituídas pela escolarização antecipada”, alerta Luiz Carlos de Freitas, diretor da Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).
Os ideais disseminados pelo croata têm ligação direta com estudos elaborados por outro profissional de renome na área, o psicólogo bielorrusso Lev Vygotsky (1896-1934). Ele dizia que a alfabetização é resultado de um processo longo e repleto de etapas, como gestos e expressões. Ao fazer um símbolo no ar, por exemplo, a criança já se manifesta a partir de uma linguagem mais próxima da escrita. Esse aprendizado gradual é imprescindível e deve acontecer nas classes de primeira infância, sem que atividades mecânicas de leitura e escrita atrapalhem ou forcem as etapas de desenvolvimento. “O letramento exige um grau muito grande de amadurecimento neuromotor. Desse ponto de vista, a criança só estará pronta para ser alfabetizada por volta dos 6 anos”, afirma Eliana de Barros Santos, psicóloga e diretora pedagógica do Colégio Global e da Escola Globinho. Segundo ela, brincar leva o aluno a compreender a si mesmo, seus sentimentos e o mundo em que vive. “Essa prática garante a formação das bases necessárias para a construção de outras linguagens”, comenta.
Estimular a leitura precoce, por sua vez, compromete tal formação. Além disso, pode ocasionar problemas como sobrecarga, deficiências na coordenação motora, apatia, desinteresse, desmotivação e estresse. “Aprender a ler não é simplesmente decifrar as letras, mas sim dominar um sistema simbólico, o que exige um grande amadurecimento neuropsíquico”, explica a diretora.
ANA
Essa discussão ganhou fôlego principalmente depois da implantação da Avaliação Nacional de Alfabetização (ANA), criada pelo Ministério da Educação (MEC) em 2013. Direcionada a estudantes do 3º ano do ensino fundamental de escolas públicas, a prova avalia os índices de alfabetização e letramento em língua portuguesa e matemática. O objetivo é verificar se as crianças são preparadas corretamente para uma nova fase da vida estudantil. No entanto, uma questão defendida por muitos profissionais da área é que a aplicação de uma prova desse porte pode não ser tão benéfica quanto parece e ter reflexos já nas classes de educação infantil.
De acordo com Sandra Zákia Sousa, professora da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP), a ANA tende a fortalecer uma visão que já existe nas unidades escolares – a de que, na primeira infância, é preciso preparar os estudantes para a etapa seguinte, o ensino fundamental. “Fazer isso significa antecipar iniciativas relacionadas a processos de alfabetização e letramento, ou seja, o educador pula etapas importantes e passa a concentrar suas energias em algo que ainda não precisaria ser abordado”, diz.
Para Freitas, testes como a ANA deveriam acontecer apenas a partir do final do ensino fundamental. O formato também poderia ser diferente. O interessante, segundo ele, é que o método avalie as políticas públicas em geral e não a escola. “Um professor sabe muito bem em quais pontos seus alunos são bons ou não”, ressalta.
Pais podem contribuir
Ao mesmo tempo em que a instituição exerce um papel importante, os pais também devem redobrar o cuidado com o letramento precoce. De acordo com Sandra, a pressão pode começar a ocorrer dentro de casa, quando os familiares incentivam a criança a ler palavras ou a escrever nomes aleatórios. “É fundamental que todos se atentem a isso. No lar, bem como na escola, as atividades devem ser adequadas para a faixa etária”, diz.
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terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Berçário – o que trabalhar?


Em classes de berçário, onde estão crianças de uma faixa etária bem pequena – de 4 meses a 1 ano e meio, é comum que estes fiquem em tatames, sem um trabalho mais específico, voltado para o aprendizado sistemático.
É errado pensar que não existem formas de trabalhar com esses pequenos ou que eles devem apenas ficar num espaço com brinquedos dispostos para distraí-los.
Devemos considerar que o brincar é a atividade mais importante para o desenvolvimento infantil, mas desde que estes tenham contato direto com materiais que favoreçam o reconhecimento das diferentes sensações, cores, formas, além de conviverem com outras crianças, ampliando seu contato social com pessoas e com o mundo que a cerca.
Existe uma boa quantidade de materiais, objetos que podem ser explorados nas salas de berçário.
Podemos classificá-los de acordo com as necessidades das crianças ou de suas primeiras aprendizagens, como diferentes texturas, cores, formas, sons, tamanhos, dentre vários outros.
As professoras, juntamente com as auxiliares de sala, podem montar caixas de materiais a serem explorados pelas crianças.

A diversidade dos materiais varia de acordo
com os interesses das professoras
 
Para as texturas podem juntar pedaços de lixa, tecidos, algodão em bolinhas, buchas que contenham duas faces – uma áspera e outra lisa, massinha caseira, novelos de lã, etc.
Os tamanhos podem ser trabalhados com potes, latas, garrafas PET, argolas de plástico, almofadas pequenas e grandes, bolas de diversos tamanhos, blocos do tipo lego, carrinhos de diversos tamanhos, bonecas variadas e muitos outros.
Para se trabalhar cores é importante que os materiais apareçam também nas mais variadas delas, para que os alunos tenham contato com a diversidade das mesmas. Porém, nessa faixa etária o principal é trabalhar com as cores primárias – vermelho, azul e amarelo. Potes e embalagens de produtos alimentícios, como os sorvetes, são próprios para esses momentos. Os produtos de higiene e limpeza também possuem uma coloração mais forte, facilitando o trabalho e o possível entendimento das crianças.
Alguns instrumentos musicais são adequados, pois além de trabalhar os diferentes sons, incentivam a concentração dos pequenos. Chocalhos, pandeiros, tambores, podem ser feitos com materiais reciclados, diminuindo ainda os custos da instituição. Alguns apitos fazem sons de passarinhos e distraem bastante os alunos.
É importante que os materiais sejam dispostos pela sala, mas de forma classificada, onde cada dia se trabalha com um conceito, até mesmo para que as crianças tenham, a cada dia, acesso a um material diferente.
Além de deixar as crianças manuseá-los, as professoras devem mostrar as diferenças existentes entre os mesmos. Dessa forma, os conteúdos de educação infantil tornam-se adequados para um bom trabalho com bebês.
Por Jussara de Barros
Graduada em Pedagogia
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quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Projeto Volta às Aulas - Educação Infantil



O Blog Ensinando com Carinho está disponibilizando um projeto volta as aulas-Educação Infantil
Confira: 

Público: Alunos da Educação Infantil
Duração: 1 semana (1ª semana de aula)

Justificativa:

         A escola deve ser um lugar acolhedor e gostoso de estar. Quando chegam à escola no 1º dia de aula, várias coisas passam pela cabecinha das crianças. Neste caso, é necessário receber a todos com muita alegria e prazer, assim os alunos alegram-se em permanecer no ambiente e os pais saem seguros, sabendo que seus filhos estão em ótima companhia.

Objetivos:
  •     Desenvolver na criança o gosto em permanecer na escola;
  •     Respeitar as diferenças e jeitinho de cada criança;
  •     Destacar pontos importantes de socialização;
  •     Incentivar a criança a brincar, aprender e fazer novos amiguinhos.

Ações a serem desenvolvidas:
  • Receba as crianças com muita alegria e entusiasmo;
  • Dirija-se até o pai, mãe ou responsável e apresente-se rapidamente como professor de seu filho.
  • Deixe a sala de aula toda organizada com cartazes que chame atenção: Painel de aniversários, chamadinha, painel do tempo, quantos somos? Alfabeto, vogais etc.
  • Faça um passeio pela escola, apresentando sua turma aos demais profissionais e mostre os ambientes: banheiros, cantina, bebedouro, pátio etc.
  • Cante musiquinhas divertidas de preferência as que o professor irá cantar ao longo do ano letivo, para que possam memorizar.
  • Tenha um momento de apresentação em circulo no tapete, para que todos possam se conhecer melhor e conhecer as regras da sala.
  • Mostre aos alunos a organização da sala, fale dos cuidados com o material e o que irão fazer durante o ano.
  • Organize crachás para que possam memorizar seus nomes e de seus colegas.
  • Leve para sala atividades divertidas de colagens, massinhas, recortes, pinturas etc.
  • Organize as carteiras escolares e marque os lugares das crianças com nomes colados ou personalizados do jeito que preferir.
Culminância:

       Entregue para cada aluno uma lembrancinha bem especial, para que percebam que são crianças adoráveis e queridas.

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quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

9 dicas para professores de maternal



  • Com o objetivo de controlar os esfíncteres do aluno, orienta-se o professor que estimule e incentive a criança de forma tranquila e gradativa. 
  • Elabore atividades que aborde a higiene bucal  e coloque em prática com os alunos após o momento do lanche, incentivando o uso do creme e da escova dental.Teatro com fantoches é uma atividade que chama a atenção dos alunos, porém quando bem elaborada. 
  • No horário do lanche, auxilie o aluno a alimentar-se, mas dê liberdade para que ele aprenda a fazer sozinho. Lembre-se de que o papel do professor é de orientar e não realizar tudo que é proposto.
  • Trabalhe com músicas gestuais, cantigas de roda e dança, estimulando partes do corpo. 
  • Conte histórias infantis, porém curtas. 
  • Trabalhe com o corpo através de estímulos, de forma que estimule a criança a identificar e nomear as partes do seu corpo. No momento do banho também pode ser trabalhado o corpo. 
  • Incentive e desenvolva a fala, conversando diariamente com a criança sobre os aspectos do dia-a-dia, possibilitando que essa expresse seus desejos através da fala, evitando somente a comunicação gestual, bem como favorecendo o desenvolvimento de sua linguagem. 
  • Trabalhe com garatujas, utilizando folhas brancas, lápis, giz de cera e/ou tinta guache atóxica. Nesse momento é fundamental que o professor fique atento de forma que o aluno não leve esses materiais à boca e olhos. 
  • Aplique atividades com traçados simples  (desenvolvendo a coordenação motora), rasgar papel e trabalhar com massinhas, com formas geométricas:círculo, quadrado e triângulo, exercícios de encaixe, incentivando o acerto. No início o professor deve auxiliar a criança, no segundo momento deve deixar com que ela o faça. 


  • Leia mais: Gente Miúda
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    segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

    Rotina para a primeira semana de aula


    O blog Ensinando com Carinho está disponibilizando uma rotina para a primeira semana de aula, confira: 

    Oi gente!! 
    Acabei de fazer uma rotina para a 1ª semana de aula que praticamente a gente aplica conteúdos de revisão certo?
    Então vocês deem uma olhadinha e vejam se podem adequar para as turmas que irão trabalhar ok?
    Espero que gostem:

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    Unespar abre inscrições para mestrado gratuito


    Essa dica é para o pessoal do Paraná. Estão abertas as inscrições do processo seletivo do programa gratuito de Pós-Graduação Interdisciplinar Sociedade e Desenvolvimento (PPGSeD) da Universidade Estadual do Paraná(Unespar), campus de Campo Mourão.
    Programa
    O programa agrega pesquisas que tematizam a formação humana e, desta forma, divide-se em duas linhas de pesquisa que buscam compreender a formação humana e as relações com os processos socioculturais e as instituições, assim como a relação com políticas públicas e a produção e ocupação do espaço.
    Como se inscrever
    As inscrições deverão ser realizadas na secretaria do programa, de segunda a sexta-feira, das 8h30 às 11h30 e das 13h30 às 16h30 até 30 de janeiro de 2015. Outra opção é entregar os documentos via Correios/Sedex. Nesse caso, será considerada como data de entrega a data da postagem.
    Documentação necessária
    Os candidatos devem entregar na secretaria do programa a ficha de inscrição preenchida, o comprovante de pagamento de taxa de inscrição e o currículo Lattes atualizado e documentado com data a partir de janeiro de 2010. É necessária, ainda, a entrega da cópia autenticada do RG, CPF, histórico escolar de curso de graduação, do diploma ou certificado de conclusão do curso de graduação ou declaração de conclusão de curso de graduação. Além disso, apresentar três cópias impressas do projeto de pesquisa com, no máximo, 12 páginas e seguindo o modelo do programa.
    Seleção
    O processo seletivo é composto de quatro etapas e começa com prova escrita, aplicada em 11 de fevereiro, e que tem caráter eliminatório. O resultado será divulgado em 20 de fevereiro.
    Depois, a partir de 24 de fevereiro, está prevista a divulgação do resultado da análise dos projetos de pesquisa. As etapas de entrevista sobre os projetos e análise do Currículo Lattes acontecerão entre 2 e 4 de março. Os candidatos aprovados farão o exame de proficiência em língua estrangeira em 12 de março. Para a turma 2015 serão ofertadas 10 vagas.
    A quem se destina
    Por se tratar de um programa interdisciplinar, o mestrado é voltado a diferentes áreas do conhecimento. Portanto, podem participar da seleção profissionais graduados em cursos como História, Geografia, Pedagogia, Letras, Matemática, Administração, Ciências Econômicas, Ciências Contábeis, Serviço Social, Turismo, Filosofia e Sociologia, entre outros.
    Bolsas de estudo
    Os aprovados ainda têm a possibilidade de concorrer a bolsas de estudo. Desde a primeira edição, iniciada em 2014, o programa disponibiliza bolsas oriundas da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), da Fundação Araucária e da própria universidade.
    Para mais informações, confira o edital completo em www.fecilcam.br/ppgsed.
    Você pode fazer um de nossos cursos online, confira:
    Curso de Educação Infantil: http://goo.gl/gCS4GB
    Curso de Alfabetização: http://goo.gl/O4ZVbN
    Curso de Coordenação Pedagógica: http://goo.gl/3ff97i
    Curso de Psicopedagogia: http://goo.gl/JFmERk
    Mestrado gratuito no Paraná.
    Fonte: Canal do Ensino
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    terça-feira, 13 de janeiro de 2015

    Saiu o resultado do ENEM 2014 - Veja sua nota

    O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) liberou a consulta aos resultado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2014. Os candidatos já podem verificar as notas com o número de inscrição e senha ou CPF e senha.

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    quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

    MEC divulga novo piso salarial dos professores


    O piso salarial do magistério será reajustado em 13,01%, conforme determina o artigo 5º da Lei nº 11.738, de 16 de julho de 2008. O novo valor será de R$ 1.917,78 e passa a valer a partir deste mês. Nos últimos dias, o ministro da Educação, Cid Gomes, reuniu-se com representantes do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) e da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE).

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    O piso salarial do magistério foi criado em cumprimento ao que estabelece a Constituição Federal, no artigo 60, inciso III, alínea e, do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias:
    “Art. 60. Até o 14º (décimo quarto) ano a partir da promulgação desta emenda constitucional, os estados, o Distrito Federal e os municípios destinarão parte dos recursos a que se refere o caput do art. 212 da Constituição Federal à manutenção e desenvolvimento da educação básica e à remuneração condigna dos trabalhadores da educação, respeitadas as seguintes disposições:
    (...)
    III — observadas as garantias estabelecidas nos incisos I, II, III e IV do caput do art. 208 da Constituição Federal e as metas de universalização da educação básica estabelecidas no Plano Nacional de Educação, a lei disporá sobre:
    (...)
    e) prazo para fixar, em lei específica, piso salarial profissional nacional para os profissionais do magistério público da educação básica; (...).”
    Esse dispositivo constitucional foi regulamentado pela Lei nº 11.738/2008. Conforme a legislação vigente, a correção do piso reflete a variação ocorrida no valor anual mínimo por aluno definido nacionalmente pelo Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).
    Assessoria de Comunicação Social
    Fonte: MEC
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