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segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

7 dicas para se dar bem na apresentação de TCC


O último ano dos cursos de graduação é marcado pela correria do TCC (Trabalho de Conclusão de Curso). Pesquisa daqui, entrevista dali. Escreve, revisa, reescreve. Realmente não é uma época fácil. Mas quem acha que a guerra está vencida, alto lá. Ainda é preciso defender o projeto para a banca examinadora. 

Dor de cabeça para uns, alívio para outros. A apresentação ainda pode render pontos na nota final, uma mãozinha para monografias pouco exploradas. Veja sete dicas para arrasar na defesa do seu trabalho:

1) Fala


Geralmente, o tempo máximo de defesa não passa de 20 minutos. Apesar disto, não arrisque falar rapidamente, a banca pode não entender alguma parte do discurso ou até mesmo causar confusão. Fale devagar, de forma clara e num tom de voz adequado, que não transpareça o nervosismo e que não seja preciso interromper para pedir que você fale mais alto. Seja firme. Fale com motivação, mas não faça piadinhas durante a apresentação. “Seja formal, use corretamente a língua portuguesa. Deixe gírias para outro momento”, indica a professora da PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo), Lilian Passarelli.

2) Postura


Toda atenção deve estar no projeto, por isso manter uma postura neutra é o mais indicado. Gesticular excessivamente e andar de um lado para o outro da sala tira a atenção de quem assiste. Para não fazer feio, ensaie e treine o corpo para o grande dia. Aproveite e faça exercícios para não apresentar olhando para um professor, mas sim para a plateia. Outro ponto de gera dúvida é a roupa. Use peças formais com cores coringas, do tipo preto e branco. Outras cores podem ser adotadas, mas com sutileza. Lembre-se: o clima é de formalidade, portanto looks carregados devem ser deixados para comemorar a aprovação. Não se esqueça também de deixar o celular desligado para não ser interrompido com uma ligação inesperada.

3) Saiba o que está falando


É bom reler o trabalho entregue à banca se não quiser falar asneira. Entenda o ponto principal para não gastar o precioso tempo com o histórico do projeto. Dominar o conteúdo é a principal arma para se dar bem em apresentações. “O melhor a fazer é observar os pontos fracos do trabalho e estudá-los. Com certeza a banca irá questionar o que não está bom”, ensina o professor da UNESP (Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho), Ernesto Vieira Neto. Se o trabalho for em grupo, é bom que todos estejam afiados.

4) Justifique-se


Depois de ter lido o projeto de ponta a ponta você estará preparado para os comentários e questionamentos dos professores. Evite ser monossilábico, responda com firmeza. Justifique todas as ações tomadas para que não haja dúvidas que o caminho escolhido é o certo. “Uma apresentação só será boa se o estudante conhecer a fundo o trabalho, do contrário terá dificuldade para defendê-lo”, afirma Lilian.

5) Slide


Ao montar uma apresentação de slides, tenha bom gosto para não deixá-la poluída. O ideal é colocar apenas palavras-chave para conduzir a apresentação, recomenda Vieira Neto. “Não se deve ler. Slides são apenas um apoio para o aluno.” Ilustrações são válidas, desde que tenham relação com o trabalho. Deixe os seres voadores animados e as músicas de fundo presos nas correntes dos e-mails.

6) Roteiro de apresentação


Está na dúvida do que colocar nos slides? Antes de começar a escrevê-los, faça um roteiro. O modelo irá conduzir sua apresentação oral.
# Apresentação: a primeira lâmina deve ser dedicada para identificar o projeto. Coloque seu nome completo, o título dado ao trabalho e quem o orientou.
# Introdução: mostre os caminhos que levaram à escolha do assunto central. Justifique o motivo da escolha do tema, o objetivo do estudo, a metodologia usada e a forma como a pesquisa foi conduzida.
# Desenvolvimento: apresente o desenrolar do trabalho, a abordagem dada, as alterações feitas em curso. Uma boa opção é comentar rapidamente a abordagem dos capítulos do TCC.
# Conclusão: retomada a ideia central e mostre o resultado final do estudo. Feito isto, é de bom tom agradecer as pessoas que ajudar no desenvolvimento do projeto e a atenção dada pela banca.

7) Para não dar errado


Fique de olho no relógio para não atrasar, do contrário a chance de defender o trabalho se perde. Chegue cedo e aproveite para testar a apresentação e o computador.

 Autor: Universia Brasil

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domingo, 29 de dezembro de 2013

Professora sim, Tia não




Paula Saretta (Ouvindo Crianças) e Milena Aragão*
O processo de ensinar, que implica o de educar e vice-versa, envolve a “paixão de conhecer” que nos insere numa busca prazerosa, ainda que nada fácil. Por isso é que uma das razões da necessidade da ousadia de quem se quer fazer professora, educadora, é a disposição pela briga justa, lúcida, em defesa de seus direitos  (…).  Recusar a identificação da figura da professora com a da tia não significa, de modo algum,  menosprezar a figura da tia (…). Significa, pelo contrário, retirar algo fundamental à professora: sua responsabilidade profissional de que faz parte a exigência política por sua formação permanente. (…) Identificar professora como tia, (…), é quase como proclamar que professoras, como boas tias, não devem brigar, não devem rebelar-se, não devem fazer greve. Quem já viu mil tias fazendo greve, sacrificando seus sobrinhos, prejudicando-os no seu aprendizado?
(Paulo Freire em “Professora sim, Tia não: cartas a quem ousa ensinar”, 2005, p.11 e 12).
Começamos com um dos textos do Mestre Paulo Freire, para dizer do tema que pretendemos conversar neste texto: a profissionalização docente, em especial, na educação infantil. 
Não é de hoje que a figura do professor passou a ser entendida como profissionais que, muito mais do que bons técnicos, tomam decisões e precisam atuar em um contexto imprevisível e complexo. Professores são pessoas que ousam ensinar, como diria Paulo Freire. Ousadia porque a tarefa é árdua, complexa e envolve diversos conhecimentos, que não são possíveis de serem adquiridos apenas em cursos de formação continuada. É preciso, também que, no interior da escolas, existam espaços de reflexão constante sobre suas práticas. A importância da consciência e da clareza em relação aos objetivos que desejam ser atingidos, é o que faz toda a diferença na vida prática dos professores!
Ainda hoje, ouvimos com frequência que, para “cuidar” de uma criança de 1 ano e meio, por exemplo, basta gostar de criança! Ou que não há necessidade de uma pessoa formada em pedagogia para trabalhar com crianças. “Para quê? São apenas crianças pequenas!” – muitos podem pensar. Assim, são abertas creches para o cuidado e educação de crianças com pessoas que sequer entendem sobre o desenvolvimento infantil, abrindo margem para que as crianças sejam cuidadas e educadas da forma como cada um acha certo, o que remete à história de vida e à reproduções errôneas de educação.  
Quem se lembra do que Alice, no país das maravilhas, perguntou ao gato num determinado momento de sua caminhada? Ela pergunta: “Gatinho, para que direção devo seguir?”, o gato, depois de pensar um pouco, diz: “se você não sabe qual direção deve seguir, qualquer caminho serve!”. É disso que estamos falando! Não basta ter boas intenções, gostar de crianças, ter adoráveis filhos em casa, etc., para ser professora de educação infantil. Não basta amar o que se faz se não souber o que fazer! É preciso saber, claramente, para que direção você está caminhando, com que propósito, a partir de quais referenciais teóricos, com revisão constante de suas crenças e de seus pensamentos. É  fundamental, sim, que o professor possa reconhecer seus valores, crenças e as concepções teórico-metodológicas que estão por trás de suas ações cotidianas. Crenças sobre a infância, sobre o brincar X alfabetização, sobre ser professora naquela escola, naquele contexto, com aquelas crianças e famílias, etc..   
Certa vez, quando perguntado para crianças de uma escola na cidade de Caxias do Sul/RS, o que elas faziam lá, elas disseram: “nós comemos, dormimos e brincamos”. E quando perguntadas se elas aprendiam algo, não souberam responder e disseram que não! Isso é muito sério, não? Depois de verificar a formação das pessoas que lá atuavam, percebemos que o pré-requisito para o desempenho havia sido cumprido: “gostar de crianças”. Ou seja, não havia um projeto pedagógico, um planejamento de trabalho, nada… Sobravam ordens, gritos e atividades que reproduziam esteriótipos (por exemplo, meninos brincam de lego azul e meninas de lego rosa)! Não estamos generalizando, só dizendo que isso ainda ocorre, infelizmente…
Deste modo, portanto, a tentativa de reduzir a professora à condição de tia, como fala Paulo Freire (e nós assinamos embaixo!), parece não só uma “inocente armadilha ideológica tentando-se dar a ilusão de adocicar a vida da professora” (p.25), como também desobriga a professora, de conhecer profundamente toda a teoria que embasa o cuidar na perspectiva do educar, entendendo a sua indissociabilidade. Estimular e incentivar as crianças (inclusive as bem pequenas) com tarefas desafiadores e problematizadoras, respeitando suas singularidades e seus interesses; não nos parece algo inato, um dom de mulheres amorosas, mas, sim, necessita de muito estudo e constante revisão de sua prática embasada em pesquisas científicas e conhecimento sólidos.    
Famílias que escolhem as escolas, professores e educadores que trabalham com crianças pequenas, precisamos, mais uma vez (e ainda), pensar seriamente sobre tudo isso! Pais, verifiquem a formação da professora do seu filho, vejam se a escola incentiva a formação continuada dos docentes, com reuniões de estudos sistemáticos, por exemplo. Não aceite que seu filho seja cuidado e educado por um espaço que não tem compromissso com a qualidade.
Não conseguiríamos finalizar de modo mais lúcido e brilhante, que nosso Mestre Paulo Freire:
“(…) Professora, porém, é professoraTia é tia. É possível ser tia sem amar seus sobrinhos, sem gostar sequer de ser tia, mas não é possível ser professora sem amar os alunos – mesmo que amar, só, não baste – e sem gostar do que se faz. (…) Não é possível também ser professora sem lutar por seus direitos para que seus deveres possam ser melhor cumpridos. Mas, você, que está me lendo agora, tem todo o direito de, sendo ou pretendendo ser professora, querer ser chamada de tiaou continuar a ser. Não pode, porém, é desconhecer as implicações escondidas na manha ideológica que envolve a redução da condição de professora à de tia” (p.26, “Professora sim, Tia não”, 2005).
Entendemos que uma educação de qualidade, portanto, passa necessariamente pela identidade do professor, por seu entendimento do que é educação, construído coletivamente por toda a comunidade escolar (alunos, professores, pais, gestores, funcionários, comunidade do bairro). 
Como defende Paulo Freire, ensinar é um ato político, e é nele que o profissional pode se revelar como um importante mediador e agente transformador. Ou, então, somente como um transmissor de conhecimentos não refletidos, nem questionados. Se assim for, ele [o professor] se exclui, se abstém do processo educativo, assume, na sua ausência emocional, que não precisa lutar coletivamente por melhores salários, pelo reconhecimento e respeito profissional.
Mas, omitir-se, também é um ato político.
________________
* Milena Aragão é psicóloga. Mestre em Educação pela Universidade de Caxias do Sul/RS e Doutoranda em Educação na Universidade Federal de Sergipe.

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sábado, 28 de dezembro de 2013

Pesquisa Liga Idade Avançada dos Pais a Risco de Autismo e Esquizofrenia nos Filhos




Homens mais velhos têm maior risco do que os jovens de conceber um filho com autismo ou esquizofrenia, por causa de mutações aleatórias mais numerosas que acumulam. Um estudo publicado nesta quarta (22) na revista "Nature" é o primeiro a quantificar esse efeito a cada ano. A idade da mãe não teve influência nesses transtornos, segundo a pesquisa.
Especialistas afirmam que o achado não é motivo para desistir da paternidade tardia. O risco para um homem com 40 anos ou mais é de 2% no máximo e há outros fatores biológicos desconhecidos que podem influenciar o desenvolvimento de autismo e esquizofrenia nos filhos.
O novo estudo dá apoio ao argumento de que o crescimento dos diagnósticos de autismo nos últimos anos se deve em parte ao aumento da idade dos pais, fator que poderia responder por até 30% dos casos.
resultado também contraria o entendimento de que a idade da mãe é o fator mais importante para o desenvolvimento de transtornos do desenvolvimento em crianças. O risco de anormalidades cromossômicas, como síndrome de Down, aumenta quando a mãe é mais velha.
Mas quando se fala de problemas psiquiátricos e de desenvolvimento, o risco genético vem do espermatozoide, não do óvulo, segundo a pesquisa.
CALCULANDO O RISCO
Trabalhos anteriores já haviam sugerido essa relação, mas o novo estudo quantifica o risco pela primeira vez, calculando quanto ele se acumula a cada ano.
Em média, uma criança nascida de um pai de 20 anos tem 25 mutações aleatórias que podem ser atribuídas ao material genético paterno. A cada ano a mais do pai, há duas mutações extras. Filhos de homens de 40 anos têm 65 mutações.
O número médio de mutações vindas da mãe foi de 15, independentemente da idade.
"Esse estudo dá uma das primeiras evidências sólidas de um real aumento dos números do autismo", afirmou Fred Volkmar, diretor do Centro de Estudos da Criança da Escola de Medicina de Yale, não envolvido com a pesquisa.
O trabalho, liderado pela empresa islandesa de CODE Genetics, analisou material genético do sangue de 78 trios de pai, mãe e filho. Eles se concentraram em famílias em que pais sem sinais de doença mental conceberam crianças que desenvolveram autismo ou esquizofrenia.
Essa abordagem permitiu aos cientistas isolar novas mutações em genes da criança, que não estão presentes nos pais.
A maioria das pessoas tem esse tipo de mutação, que ocorre de forma espontânea na concepção ou perto dela. Em geral, as alterações são inofensivas. Mas estudos recentes sugerem que muitas dessas mudanças podem aumentar muito o risco de autismo e esquizofrenia.
DIFERENÇAS ENTRE PAI E MÃE
As diferenças entre o lado materno e paterno são esperadas. Os espermatozoides são formados a cada 15 dias, enquanto que os óvulos são estáveis. As cópias contínuas levam a erros no DNA.
Mesmo assim, quando os pesquisadores removeram o efeito da idade paterna, não encontraram diferenças no risco genético entre os que tinham diagnóstico de autismo ou esquizofrenia e um grupo-controle que não teve.
"É incrível que a idade do pai seja responsável por todo esse aumento de risco, dada a possibilidade dos fatores ambientais e a diversidade da população", afirmou Kari Stefansson, líder do estudo. "Também é surpreendente o pouco efeito da idade da mãe."
Ela afirmou que faz sentido que essas mutações tenham um papel importante em problemas cerebrais. Ao menos 50% dos genes ativos têm alguma função no desenvolvimento neural, então alterações aleatórias têm mais chance de afetar o cérebro do que outros órgãos.
Essas mutações podem responder por 15% a 30% dos casos de autismo e talvez esquizofrenia. Os demais casos seriam resultado de outras mutações hereditárias e fatores ambientais ainda em estudo.
INCONSISTÊNCIAS E IMPLICAÇÕES
Mas a idade do pai sozinha não explica o aumento nos casos de autismo. Nos EUA, por exemplo, a taxa de nascimento de filhos com pais maiores de 40 anos aumentou mais de 30% desde 1980, mas os diagnósticos de autismo foram multiplicados por dez, chegando a um caso por 88 crianças, segundo os dados mais recentes.
Não há dados mostrando um aumento nos diagnósticos de esquizofrenia no período.
Se os resultados desse estudo se confirmarem e forem estendidos a outros problemas mentais, a coleta e o congelamento de espermatozoides de homens jovens para uso futuro pode se tornar uma decisão individual vantajosa, segundo Alexey Kondrashov, da Universidade de Michigan, que assina um editorial sobre o estudo na "Nature".
O professor Evan Eichler, que ensina ciências do genoma na Universidade de Washington, relativiza. "Alguns homens podem ver isso e pensar: 'Quer dizer que vou precisar ter todos os meus filhos enquanto for jovem e bobo?' Claro que não. A maioria dessas mutações não causa nada e há muitos homens de 50 anos com filhos saudáveis."
Fonte: Bol Sáude

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sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

O que é o projeto político-pedagógico (PPP) ?

Toda escola tem objetivos que deseja alcançar, metas a cumprir e sonhos a realizar. O conjunto dessas aspirações, bem como os meios para concretizá-las, é o que dá forma e vida ao chamado projeto político-pedagógico - o famoso PPP. Se você prestar atenção, as próprias palavras que compõem o nome do documento dizem muito sobre ele:
  • É projeto porque reúne propostas de ação concreta a executar durante determinado período de tempo.
  • É político por considerar a escola como um espaço de formação de cidadãos conscientes, responsáveis e críticos, que atuarão individual e coletivamente na sociedade, modificando os rumos que ela vai seguir.
  • É pedagógico porque define e organiza as atividades e os projetos educativos necessários ao processo de ensino e aprendizagem.

Ao juntar as três dimensões, o PPP ganha a força de um guia - aquele que indica a direção a seguir não apenas para gestores e professores mas também funcionários, alunos e famílias. Ele precisa ser completo o suficiente para não deixar dúvidas sobre essa rota e flexível o bastante para se adaptar às necessidades de aprendizagem dos alunos. Por isso, dizem os especialistas, a sua elaboração precisa contemplar os seguintes tópicos:

  • Missão
  • Clientela
  • Dados sobre a aprendizagem
  • Relação com as famílias
  • Recursos
  • Diretrizes pedagógicas
  • Plano de ação

Por ter tantas informações relevantes, o PPP se configura numa ferramenta de planejamento e avaliação que você e todos os membros das equipes gestora e pedagógica devem consultar a cada tomada de decisão. Portanto, se o projeto de sua escola está engavetado, desatualizado ou inacabado, é hora de mobilizar esforços para resgatá-lo e repensá-lo. "O PPP se torna um documento vivo e eficiente na medida em que serve de parâmetro para discutir referências, experiências e ações de curto, médio e longo prazos", diz Paulo Roberto Padilha, diretor do Instituto Paulo Freire, em São Paulo.


Compartilhar a elaboração é essencial para uma gestão democrática
Infelizmente, muitos gestores veem o PPP como uma mera formalidade a ser cumprida por exigência legal - no caso, pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), de 1996. Essa é uma das razões pelas quais ainda há quem prepare o documento às pressas, sem fazer as pesquisas essenciais para retratar as reais necessidades da escola, ou simplesmente copie um modelo pronto. 

Na última Conferência Nacional de Educação (Conae), realizada no primeiro semestre deste ano, o projeto políticopedagógico foi um dos temas em destaque. Os debatedores lembraram e reforçaram a ideia de que sua existência é um dos pilares mais fortes na construção de uma gestão democrática. "Por meio dele, o gestor reconhece e concretiza a participação de todos na definição de metas e na implementação de ações. Além disso, a equipe assume a responsabilidade de cumprir os combinados e estar aberta a cobranças", aponta Maria Márcia Sigrist Malavasi, coordenadora do curso de Pedagogia e pesquisadora do Laboratório de Observação e Estudos Descritivos da Faculdade de Educação da Universidade de Campinas (Loed/Unicamp). 

Envolver a comunidade nesse trabalho e compartilhar a responsabilidade de definir os rumos da escola é um desafio e tanto. Mas o esforço compensa: com um PPP bem estruturado, a escola ganha uma identidade clara, e a equipe, segurança para tomar decisões. "Mesmo que no começo do processo de discussão poucos participem com opiniões e sugestões, o gestor não deve desanimar. Os primeiros participantes podem agir como multiplicadores e, assim, conquistar mais colaboradores para as próximas revisões do PPP", afirma Celso dos Santos Vasconcellos, educador e responsável pelo Libertad - Centro de Pesquisa, Formação e Assessoria Pedagógica, em São Paulo.


Os erros mais comuns
Alguns descuidos no processo de elaboração do projeto político-pedagógico podem prejudicar sua eficácia e devem ser evitados: 

- Comprar modelos prontos ou encomendar o PPP a consultores externos. "Se a própria comunidade escolar não participa da preparação do documento, não cria a ideia de pertencimento", diz Paulo Padilha, do Instituto Paulo Freire. 

- Com o passar dos anos, revisitar o arquivo somente para enviá-lo à Secretaria de Educação sem analisar com profundidade as mudanças pelas quais a escola passou e as novas necessidades dos alunos. 

- Deixar o PPP guardado em gavetas e em arquivos de computador. Ele deve ser acessível a todos. 

- Ignorar os conflitos de ideias que surgem durante os debates. Eles devem ser considerados, e as decisões, votadas democraticamente. 

- Confundir o PPP com relatórios de projetos institucionais - portfólios devem constar no documento, mas são apenas uma parte dele.








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quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Como alcançar metas para 2014


dicas para alcançar metas



1 – Reveja os objetivos e seja realista
É importante avaliar suas possibilidades para evitar sobrecargas e frustrações.
O que fazer?
Foque primeiro em metas pequenas e vá buscando conquistar outras cada vez maiores.

2 – Questione-se

É essencial aprender com os erros para descobrir o que precisa ser melhorado.
O que fazer?
Pergunte a si mesmo por que determinadas finalidades ainda não foram atingidas.

3 – Considere seus recursos

É preciso reunir os pontos favoráveis para simplificar o caminho até suas metas.
O que fazer?
Analise habilidades, equipamentos, disponibilidade financeira e networking.

4 – Planeje-se e mantenha o foco

É fundamental fugir de comportamentos que impeçam a conquista de seus propósitos e não adiar atividades.
O que fazer?
Liste as ações primordiais para a consolidação do objetivo e anote a razão de alcançá-lo.

5 – Confie em si mesmo

É necessário manter a calma e não culpar-se pelos insucessos.
O que fazer?
Pense positivamente! Lembre-se de seus talentos e utilize-os em seu benefício.

6 – Busque ajuda

É conveniente cercar-se de pessoas que incentivem e orientem seus esforços.
O que fazer?
Procure um coach! Com o auxílio desse profissional, você alcançará bons resultados de modo mais efetivo.
Pronto para concretizar seus objetivos? Compartilhe!

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domingo, 22 de dezembro de 2013

SENADO APROVA PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO





Com modificações, texto retorna à Câmara, onde deverá ser apreciado após o recesso


Do Todos Pela Educação
O Plano Nacional de Educação (PLC 103/2012) foi aprovado na noite de terça-feira, 17/12, no Plenário do Senado Federal. A matéria tramitava há cerca de um ano em três comissões da casa e há quase três no Congresso Nacional. O PNE estabelece o conjunto de metas que o Brasil deve atingir na Educação na década que se seguir assim que o plano entrar em vigor.
O texto aprovado é consonante à proposta inicial do Executivo e tem profundas mudanças em relação ao que a Câmara Federal propôs em 2012, quando a matéria tramitou na casa. O parecer do relator da matéria em plenário, o senador Eduardo Braga (PMDB/AM), acolheu o substitutivo proposto pelo senador Vital do Rêgo (PMDB/PB) para a votação em Plenário e acrescentou a ele seis subemendas. O texto de Vital do Rêgo acatou apenas 47 das 101 mudanças previstas no substitutivo do senador Alvaro Dias (PSDB-PR), aprovado na Comissão de Educação (CE) do Senado. Antes, o projeto havia passado pelas comissões de Assuntos Econômicos (CAE) e de Constituição e Justiça (CCJ).
Entre as mudanças aprovadas em relação ao texto da Câmara, o texto final do Senado propõe ampliar o investimento público em Educação, enquanto a proposta inicial da outra casa era de ampliação do investimento público em Educação pública.
Além disso, o Senado aprovou triplicar as matrículas da Educação Profissional Técnica de Nível Médio, assegurando a qualidade da oferta e pelo menos 50% de gratuidade na expansão de vagas, enquanto o texto da Câmara propunha a expansão no segmento público.
O texto também aprova elevar a taxa bruta de matrícula na Educação Superior para 50% e a taxa líquida para 33% da população de 18 a 24 anos, assegurando a qualidade de oferta – o texto da Câmara acrescentava ainda a expansão para, pelo menos, 40% das novas matrículas no segmento público.
Outra alteração foi a inclusão de mais uma meta, a de número 21, que tem por objetivo aumentar a produção científica brasileira, enfatizando a pesquisa, desenvolvimento e estímulo à inovação, com a formação de quatro doutores para cada mil habitantes.
Mais mudanças

Em relação ao texto da CE, o substitutivo aprovado retira do plano as seguintes diretrizes:
• Prazo de um ano para a aprovação de uma proposta de Lei de Responsabilidade Educacional;

• Definição sobre a fonte dos recursos para a Educação e sobre os percentuais de investimento da União, dos estados e dos municípios;
• Destinação de 50% dos bônus de assinatura dos contratos de partilha de produção e petróleo e gás (como fonte de financiamento para a Educação);
• Destinação à Educação de, no mínimo, 25% dos recursos das compensações financeiras da União, Estados, DF e municípios para exploração mineral e de recursos hídricos usados para geração de energia elétrica;
• Necessidade de o governo federal complementar financeiramente os estados e municípios que não tenham recursos suficientes para efetivá-lo, por meio do Custo Aluno-Qualidade (CAQ);
• Oferta de Educação Integral para todos os alunos ao final do decênio, com ampliação de espaços e conteúdos de aprendizagem (novo texto fala da Educação em tempo integral);
• Previsão de que o marco do processo de alfabetização passe a ser os 7 anos de idade ou o 2º ano do Ensino Fundamental, a partir do segundo ano de vigência do plano; e os 6 anos de idade ou o 1º ano, a partir do quinto ano de vigência. O texto aprovado prevê que todas as crianças sejam alfabetizadas aos 6 anos a partir do 10º ano de vigência do PNE.
O texto aprovado pelo Senado mantém o percentual de 10% de aplicação do Produto Interno Bruto (PIB) do País em Educação em até dez anos, tema bastante polêmico na época em que o PNE tramitou na Câmara. A proposta original do Executivo propunha percentual de 7%.

Quanto à meta 4, que trata da inclusão de crianças com deficiência e foi bastante discutida no Senado, a matéria aprovada muda a redação original e atende à solicitação de organizações e associações que fazem atendimento a essa população, prevendo que as famílias possam optar entre por matricular seus filhos na rede pública regular ou em escolas especiais.
Foram mantidos os seguintes conteúdos aprovados na CE do Senado:
• Previsão de pactuação interfederativa para o desenvolvimento e implantação de uma base nacional comum dos currículos, com base nos direitos e objetivos de aprendizagem dos alunos;

• Cumprimento das metas do PNE por meio de mecanismos de monitoramento, governança e accountability do plano;
• Promoção, com especial ênfase, em consonância com as diretrizes do Plano Nacional do Livro e da Leitura, a formação de leitores e a capacitação de professores, bibliotecários e agentes da comunidade para atuar como mediadores da leitura, de acordo com a especificidade das diferentes etapas do desenvolvimento e da aprendizagem;
• Articulação da reforma curricular da formação docente à base nacional dos currículos da Educação Básica.

Tramitação

A votação do dia 17 foi uma continuação da sessão iniciada na semana anterior, interrompida por desacordo entre os parlamentares. A reunião ocorreu sob pressão da iminente votação do orçamento de 2014, marcada para a mesma noite.
Como o PNE foi aprovado com alterações, ele volta para a Câmara. A regra é que passe por todas as comissões pelas quais tramitou na casa. Sendo assim, passaria por uma nova Comissão Especial e, depois, pelo Plenário da Câmara. Caso haja acordo entre as lideranças, o projeto pode ser analisado somente pelo Plenário. A nova tramitação na Câmara deve ocorrer no início do ano que vem. O PNE segue para Câmara com 14 artigos, 21 metas e 177 estratégias.


O último PNE do País teve vigência até 2010. O texto atual deveria ter sido aprovado em 2011.

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10 Dicas Eficientes para Organizar seus Estudos em 2014





Mais um ano vai chegando ao fim e tudo que aconteceu durante esse período começa a passar por nossas mentes. Sejam arrependimentos ou objetivos conquistados, sempre existe alguma coisa que gostaríamos de mudar, manter ou melhorar. Se seu desempenho nos estudos não foi como você desejava, aproveite para fazer as alterações necessárias e garantir que em 2014 você concluirá suas tarefas do modo correto.


Confira 10 dicas eficientes para organizar seus estudos em 2014:

1. Comece antes
Aproveite o final do ano para começar sua organização e se adaptar para o próximo período de estudos. Verifique o que você já sabe que será necessário para que quando as aulas se aproximarem tudo já esteja devidamente preparado. Quando o ano letivo tiver início, faça com que separar seus materiais e todos os detalhes importantes para o dia de aula na noite anterior se torne um hábito.


2. Divida grandes tarefas
Quando você tiver projetos longos para concluir, divida-o em tarefas menores que possam ser completadas pouco a pouco ao decorrer do ano. Assim, você garante que não perderá o prazo de entrega e que não ficará sobrecarregado de atividades.


3. Faça listas de ideias
Aproveite seu tempo livre para colocar suas ideias em ordem. Pensamentos em excesso sem organização nenhuma podem atrapalhar seu desempenho nos estudos e colocá-los no papel ajudará você a ter mais clareza daquilo que precisa fazer.


4. Priorizar
Passe a desenvolver técnicas para dar a prioridade correta às suas tarefas. O tempo que você terá que reservar aos estudos deverá ser maior do que o tempo reservado ao lazer se você realmente quiser garantir um bom desempenho nas aulas.


5. Utilize um calendário
Para ter uma noção mais clara sobre datas de provas e de entrega de trabalhos, utilize um calendário ou até mesmo uma agenda para anotar todas essas responsabilidades.


6. Faça a tecnologia estar a seu favor
Existem diversos aplicativos e sites que podem ajudar nos estudos. Encontre quais deles podem funcionar para você e utilize a tecnologia a seu favor.


7. Seja disciplinado
Se neste ano que termina você passou muitos dias procrastinando e substituindo o tempo de estudos por momentos de lazer, aproveite o novo período para decidir mudar. Passe a ser mais disciplinado com suas tarefas e estabeleça metas para se sentir mais motivado a superar seu desempenho anterior.


8. Desconecte-se
É claro que, como já foi sugerido, você deve utilizar a tecnologia a seu favor. Isso também inclui saber administrar o tempo que você passa na internet somente com finalidade de se entreter. Fique um pouco distante das redes sociais quando precisar estudar e não gaste um dia inteiro apenas observando as atualizações de seus amigos.


9. Separe cadernos
Tente dividir as matérias que terá no próximo ano em cadernos diferentes para que você possa estar mais organizado no momento de revisar o conteúdo.


10. Reserve tempo para você
Mesmo que você deva se dedicar aos estudos, isso não significa que você não terá mais tempo livre para pensar em seu bem-estar. Por isso, certifique-se de reservar períodos do dia somente para relaxar fazendo atividades que o agradam.



Via: UNIVERSIA

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quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Brasil é Penúltimo em Ranking Internacional de Educação



A pesquisa foi encomendada à consultoria britânica Economist Intelligence Unit (EIU), pela Pearson, empresa que fabrica sistemas de aprendizado e vende seus produtos a vários países.

Os 40 países foram divididos em cinco grandes grupos de acordo com os resultados. Ao lado do Brasil, mais seis nações foram incluídas na lista dos piores sistemas de educação do mundo: Turquia, Argentina, Colômbia, Tailândia, México e Indonésia, país do sudeste asiático que figura na última posição.Em primeiro lugar está a Finlândia, seguida da Coreia do Sul e de Hong Kong.

Os resultados foram compilados a partir de notas de testes efetuados por estudantes desses países entre 2006 e 2010. Além disso, critérios como a quantidade de alunos que ingressam na universidade também foram empregados.

Para Michael Barber, consultor-chefe da Pearson, as nações que figuram no topo da lista valorizam seus professores e colocam em prática uma cultura de boa educação.
Ele diz que no passado muitos países temiam os rankings internacionais de comparação e que alguns líderes se preocupavam mais com o impacto negativo das pesquisas na mídia, deixando de lado a oportunidade de introduzir novas políticas a partir dos resultados.
Dez anos atrás, no entanto, quando pesquisas do tipo começaram a ser divulgadas sistematicamente, esta cultura mudou, avalia Barber.
A Alemanha, por exemplo, se viu muito mais abaixo nos primeiros rankings Pisa [sistema de avaliação europeu] do que esperava. O resultado foi um profundo debate nacional sobre o sistema educacional, sérias análises das falhas e aí políticas novas em resposta aos desafios que foram identificados. Uma década depois, o progresso da Alemanha rumo ao topo dos rankings é visível para todos".
No ranking da EIU-Person, por exemplo, os alemães figuram em 15º lugar. Em comparação, a Grã-Bretanha f"ica em 6º, seguida da Holanda, Nova Zelândia, Suíça, Canadá, Irlanda, Dinamarca, Austrália e Polônia.

Cultura e impactos econômicos

Tidas como "super potências" da educação, a Finlândia e a Coreia do Sul dominam o ranking, e na sequência figura uma lista de destaques asiáticos, como Hong Kong, Japão e Cingapura.
Alemanha, Estados Unidos e França estão em grupo intermediário, e Brasil, México e Indonésia integram os mais baixos.
O ranking é baseado em testes efetuados em áreas como matemática, ciências e habilidades linguísticas a cada três ou quatro anos, e por isso apresentam um cenário com um atraso estatístico frente à realidade atual.
Mas o objetivo é fornecer uma visão multidimensional do desempenho escolar nessas nações, e criar um banco de dados que a Pearson chama de "Curva do Aprendizado".
Ao analisar os sistemas educacionais bem-sucedidos, o estudo concluiu que investimentos são importantes, mas não tanto quanto manter uma verdadeira "cultura" nacional de aprendizado, que valoriza professores, escolas e a educação como um todo.
Daí o alto desempenho das nações asiáticas no ranking.
Nesses países o estudo tem um distinto grau de importância na sociedade e as expectativas que os pais têm dos filhos são muito altas.
Comparando a Finlândia e a Coreia do Sul, por exemplo, vê-se enormes diferenças entre os dois países, mas um "valor moral" concedido à educação muito parecido.
O relatório destaca ainda a importância de empregar professores de alta qualidade, a necessidade de encontrar maneiras de recrutá-los e o pagamento de bons salários.

Há ainda menções às consequências econômicas diretas dos sistemas educacionais de alto e baixo desempenho, sobretudo em uma economia globalizada baseada em habilidades profissionais.

Ranking Pearson-EIU

  1. Finlândia
  2. Coreia do Sul
  3. Hong Kong
  4. Japão
  5. Cingapura
  6. Grã-Bretanha
  7. Holanda
  8. Nova Zelândia
  9. Suíça
  10. Canadá
  11. Irlanda
  12. Dinamarca
  13. Austrália
  14. Polônia
  15. Alemanha
  16. Bélgica
  17. Estados Unidos
  18. Hungria
  19. Eslováquia
  20. Rússia
  21. Suécia
  22. República Tcheca
  23. Áustria
  24. Itália
  25. França
  26. Noruega
  27. Portugal
  28. Espanha
  29. Israel
  30. Bulgária
  31. Grécia
  32. Romênia
  33. Chile
  34. Turquia
  35. Argentina
  36. Colômbia
  37. Tailândia
  38. México
  39. Brasil
  40. Indonésia

Via: BBC
Matéria original publicada em 27 de novembro de 2012

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quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Passos para Evitar a Indisciplina


Vinte passos para combater a indisciplina com alunos

1 - Estabeleça regras claras 
2 - Faça com que seus alunos as compreendam 
3 - Determine uma sanção para a quebra das mesmas 
4 - Determine uma recompensa para seu cumprimento 
5 - Peça apoio de seus colegas de equipe 
6 - Estabeleça estratégias em conjunto com a equipe; os alunos precisam perceber a hegemonia das atitudes 
7 - Respeite seus alunos 
8 - Ouça-os 
9 - Responda ao que lhe for perguntado com educação e paciência 
10 - Elogie boas condutas 
11 - Seja claro e objetivo em suas intervenções 
12 - Deixe claro que o que é errado é o comportamento, não o aluno 
13 - Seja coerente em suas expectativas 
14 - Reconheça os sentimentos de seus alunos e respeite-os 
15 - Não lhes diga o que fazer; permita que cheguem às suas próprias conclusões 
16 - Não descarregue a sua metralhadora de mágoas em cima deles 
17 - Encoraje sempre 
18 - Acredite no potencial de cada um e no seu 
19 - Trabalhe crenças negativas transformando-as em positivas 
20 - Seja afetuoso(a) 


Se você passa por isso todos os dias, não deixe de comentar e compartilhar nas redes sociais.


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